Em greve, servidores lacram portões da Uerj

Grevistas interditaram as entradas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) com o objetivo de mobilizar servidores para um protesto marcado para esta tarde; a categoria também está revoltada com o atraso no pagamento dos salários de pensionistas e aposentados, que receberão o salário de março apenas no dia 12 de maio

Grevistas interditaram as entradas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) com o objetivo de mobilizar servidores para um protesto marcado para esta tarde; a categoria também está revoltada com o atraso no pagamento dos salários de pensionistas e aposentados, que receberão o salário de março apenas no dia 12 de maio
Grevistas interditaram as entradas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) com o objetivo de mobilizar servidores para um protesto marcado para esta tarde; a categoria também está revoltada com o atraso no pagamento dos salários de pensionistas e aposentados, que receberão o salário de março apenas no dia 12 de maio (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - Grevistas interditaram, nesta quinta-feira (14), as entradas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) com o objetivo de mobilizar servidores para um protesto marcado para esta tarde. A categoria também está revoltada com o fechamento é o atraso no pagamento dos salários de pensionistas e aposentados, que receberão o salário de março apenas no dia 12 de maio.

Segundo mostrou o RJTV, os portões foram reabertos por volta de 12h15. A decisão partiu do Sintuperj e do comando de greve dos técnicos-administrativos da Uerj.

“Nós estamos na pior condição de trabalho que até hoje já teve na Uerj. Nós temos cada vez mais uma terceirização que não cumpre com sua função, que são cartéis que deveriam ser investigados. Nós temos uma carência de reajuste salarial desde 2001, uma perda de 30% para quem entrou no regime novo e que ainda não foi beneficiada em sua inclusão na aposentadoria”, disse o diretor da associação de docentes da Uerj, Fábio Iório, na ocasião.

Além dos atrasos no pagamento, a universidade enfrenta problemas estruturais. “O orçamento diminui e cada vez menos temos manutenção e investimento nas condições dos laboratórios, salas de aula, no Hupe e na policlínica que estão sucateadas. Não há limpeza em lugar nenhum, não há elevador, segurança”, afirmou Iório.

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