Em São Paulo, pessoas em situação de rua reclamam de cobertores doados pela prefeitura: “fino e não dão conta do frio intenso”

A população ainda denuncia que vem sendo vítima de ameaças da Guarda Civil Municipal, que tem impedido a montagem de barracas e feito com que a população circule e não aglomere

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(Foto: Govsp)


247 - A população sem-teto do centro de São Paulo voltou a sofrer com a segunda madrugada de frio na capital paulista. Relatos de pessoas em condição de rua denunciam que os cobertores doados pela prefeitura de São Paulo são muito finos e não dão conta do frio intenso, informa o G1.

Sem dinheiro para pagar uma pousada, Rafael Silva Santos teve que dormir na estação de metrô Pedro II. Ele reclamou do cobertor doado pela prefeitura e que teme morrer de frio. “Já peguei uns dias bem ruins de frio, muita gente acaba morrendo, dá um medo, então eu vim para cá porque é melhor do que ficar na rua, além dos perigos”, completou.

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Além de driblar o frio, a população de rua denuncia que vem sendo vítima de ameaças por parte da Guarda Civil Municipal, que, segundo eles , tem tratado todos como dependentes químicos e impedido que famílias fiquem juntas na mesma calçada. 

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Segundo a Pastoral do Povo de Rua, as pessoas têm se espalhando nas ruas do centro e, em alguns pontos onde existiam muitas famílias, agora só são vistas poucas barracas. “Isso mostra que não só os dependentes químicos, mas toda a população de rua se espalhou”, diz a reportagem. 

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A Prefeitura de São Paulo não se manifestou sobre a reclamação de cobertores finos ou da postura da Guarda Civil Municipal.

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