Em SP, dirigentes do PSL vão à Justiça contra Eduardo Bolsonaro

Em São Paulo, dirigentes regionais foram à Justiça para reverter atos baixados pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, que assumiu o comando estadual da legenda em junho passado

(Foto: Agência Câmara)

247 - Membros do PSL resistem em deixar o controle do partido com a família Bolsonaro. Em São Paulo, dirigentes regionais foram à Justiça para reverter atos baixados pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, que assumiu o comando estadual da legenda em junho passado. No Rio, o senador Flávio Bolsonaro recuou na decisão de expulsar os filiados que mantêm no governo Wilson Witzel (PSC), que tem feito críticas ao governo federal. 

“Filho 03” de Bolsonaro, Eduardo determinou até agora o afastamento dos presidentes de 73 dos 280 diretórios do PSL-SP sob o argumento de que há irregularidades como ausência de prestação de contas, dupla filiação ou casos de condenação por estelionato. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, dos 73 afastados, pelo menos dez já conseguiram brecar na Justiça a sua substituição.

Dirigentes regionais criaram um grupo de WhatsApp para compartilhar modelos de petições enviadas aos tribunais. Também circula entre o grupo uma sugestão de carta endereçada ao presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, pedindo a volta do senador Major Olímpío à presidência do partido no Estado.

“Não quero voltar à direção do partido, mas não me omito em assistir calado a destruição do partido no Estado”, disse Olímpio, que vê uma “caça às bruxas”. 

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