Empresário Jacob Barata Filho e ex-presidente da Fetranspor deixam prisão

Eles foram soltos após decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes; o empresário Jacob Barata Filho (foto) e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) Lélis Teixeira ficarão em prisão domiciliar; ambos são suspeitos de envolvimento em um esquema de corrupção no setor de transportes do Rio, que, segundo as investigações, teria movimentado R$ 260 milhões em propina; Gilmar é Padrinho de filha de Jacob

Eles foram soltos após decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes; o empresário Jacob Barata Filho (foto) e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) Lélis Teixeira ficarão em prisão domiciliar; ambos são suspeitos de envolvimento em um esquema de corrupção no setor de transportes do Rio, que, segundo as investigações, teria movimentado R$ 260 milhões em propina; Gilmar é Padrinho de filha de Jacob
Eles foram soltos após decisão do ministro do STF, Gilmar Mendes; o empresário Jacob Barata Filho (foto) e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) Lélis Teixeira ficarão em prisão domiciliar; ambos são suspeitos de envolvimento em um esquema de corrupção no setor de transportes do Rio, que, segundo as investigações, teria movimentado R$ 260 milhões em propina; Gilmar é Padrinho de filha de Jacob (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - Após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, o empresário Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) Lélis Teixeira deixaram, na manhã deste sábado (19), a cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, na Zona Norte do Rio, e ficarão em prisão domiciliar. Os dois devem entregar os passaportes e estão proibidos de participar de qualquer gestão administrativa. 

Eles foram presos no começo de julho na Operação Ponto Final, um desdobramento da Lava Jato. Ambos são suspeitos de envolvimento em um esquema de corrupção no setor de transportes do Rio, com a participação de empresas e políticos do estado, que, segundo as investigações, teria movimentado R$ 260 milhões em propina.

 

 

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