Famílias desocupadas em prédio protestam no Rio

Invasores removidos do terreno da Oi, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, protestam em frente à Prefeitura da cidade; os cerca de mil manifestantes chegaram a fechar todo o sentido Centro da Avenida Presidente Vargas, mas a via já foi liberada; apenas uma faixa da pista lateral segue fechada por um pequeno grupo

Invasores removidos do terreno da Oi, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, protestam em frente à Prefeitura da cidade; os cerca de mil manifestantes chegaram a fechar todo o sentido Centro da Avenida Presidente Vargas, mas a via já foi liberada; apenas uma faixa da pista lateral segue fechada por um pequeno grupo
Invasores removidos do terreno da Oi, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, protestam em frente à Prefeitura da cidade; os cerca de mil manifestantes chegaram a fechar todo o sentido Centro da Avenida Presidente Vargas, mas a via já foi liberada; apenas uma faixa da pista lateral segue fechada por um pequeno grupo (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Rio - Invasores removidos do terreno da Oi, no Engenho Novo, na Zona Norte do Rio, na última sexta-feira (11) protestam em frente à Prefeitura da cidade, na manhã desta segunda-feira (14). Os cerca de mil manifestantes chegaram a fechar todo o sentido Centro da Avenida Presidente Vargas, mas a via já foi liberada. Apenas uma faixa da pista lateral segue fechada por um pequeno grupo.

O ato foi convocado pelos ex-moradores e a SMDS - Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social - marcou uma reunião com representantes para terça-feira (15) ainda sem hora e local definidos.

Neste domingo, centenas de ex-moradores da ocupação do prédio da Oi passaram o dia em frente à prefeitura do Rio, na Cidade Nova, no centro. Pela manhã um grupo de representantes foi recebido pelos secretários municipais de Assistência Social, Adilson Pires, e de Habitação, Pierre Batista. Várias pessoas acamparam no local desde sexta-feira (11), depois de terem sido retiradas por ação policial da ocupação, no Engenho Novo, que chegou a reunir 5 mil pessoas em 11 dias.

A prefeitura ofereceu o quartel da Guarda Municipal, em São Cristóvão, na zona norte, como centro para o cadastramento das famílias. Porém, o grupo de ex-moradores da ocupação questiona a necessidade de sair do local onde estão acampados para fazer o cadastro. Também pedem medidas mais efetivas.

Na tarde de hoje, quatro vans da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) estavam em frente ao prédio da prefeitura. Ninguém quis gravar entrevista, mas os assistentes sociais explicaram que estavam ali apenas para oferecer abrigamento e dar orientações sobre retirada de segunda via de documentos.

Quem quisesse fazer cadastro junto à prefeitura deveria se dirigir a São Cristóvão. Alguns grupos de ex-moradores da ocupação estavam organizando cadastros por conta própria, doações de alimentos e lona foram entregues no local.

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