Fila de emprego em Itaguaí assombra o país

Desde a madrugada desta terça-feira, 7, milhares de pessoas fazem filas que dão a volta no quarteirão para se candidatar a emprego na Prefeitura de Itaguaí, Região metropolitana do Rio de Janeiro; são apenas 600 vagas; estado do Rio de Janeiro fechou 26,4 mil vagas de empregos em janeiro de 2017; este índice levou o Rio a ter o pior desempenho entre os estados brasileiros no primeiro mês do ano

Desde a madrugada desta terça-feira, 7, milhares de pessoas fazem filas que dão a volta no quarteirão para se candidatar a emprego na Prefeitura de Itaguaí, Região metropolitana do Rio de Janeiro; são apenas 600 vagas; estado do Rio de Janeiro fechou 26,4 mil vagas de empregos em janeiro de 2017; este índice levou o Rio a ter o pior desempenho entre os estados brasileiros no primeiro mês do ano
Desde a madrugada desta terça-feira, 7, milhares de pessoas fazem filas que dão a volta no quarteirão para se candidatar a emprego na Prefeitura de Itaguaí, Região metropolitana do Rio de Janeiro; são apenas 600 vagas; estado do Rio de Janeiro fechou 26,4 mil vagas de empregos em janeiro de 2017; este índice levou o Rio a ter o pior desempenho entre os estados brasileiros no primeiro mês do ano (Foto: Aquiles Lins)

Revista Fórum - São apenas 600 vagas. Mas desde a madrugada, milhares de pessoas fazem filas que dão a volta no quarteirão para se candidatar a emprego na Prefeitura de Itaguaí, Região metropolitana do Rio de Janeiro.

Os próprios candidatos distribuíram senhas entre eles mesmo tentando organizar a fila. Ainda assim, candidatos reclamam de princípios de confusão e de desorganização.

O estado do Rio de Janeiro fechou 26,4 mil vagas de empregos em janeiro de 2017. Este índice levou o Rio a ter o pior desempenho entre os estados brasileiros no primeiro mês do ano. Os dados são do Ministério do Trabalho.

O número do estado representa 65% dos postos de trabalho fechados no Brasil. Sendo assim, de cada três postos de empregos fechados no Brasil, dois foram no Rio. O comércio foi o setor que mais fechou vagas em janeiro, liderando com 13 mil vagas fechadas. Em segundo lugar, as empresas prestadoras de serviços acabaram com 8,5 mil. Em seguida, a construção civil fechou 2,4 mil vagas.

Os dados, que mostram um declínio de vagas, da indústria de transformação mostram o caminho inverso que o Rio faz em relação ao resto do país. O estado fechou quase dois mil postos de trabalho, enquanto o resto do Brasil criou 17 mil novas vagas nessa área.

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