Firjan e Fiesp fazem campanha contra a CPMF

O evento aconteceu na Praia de Copacabana, onde as federações das indústrias colocaram um pato inflável de 12 metros, símbolo da campanha, e istribuíram 2.000 patinhos aos participantes; "Vamos andar com este pato pelo Brasil todo", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf; "Para envolver toda a sociedade nesta campanha, que tem o significado de 'para, chega de gastança'"

O evento aconteceu na Praia de Copacabana, onde as federações das indústrias colocaram um pato inflável de 12 metros, símbolo da campanha, e istribuíram 2.000 patinhos aos participantes; "Vamos andar com este pato pelo Brasil todo", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf; "Para envolver toda a sociedade nesta campanha, que tem o significado de 'para, chega de gastança'"
O evento aconteceu na Praia de Copacabana, onde as federações das indústrias colocaram um pato inflável de 12 metros, símbolo da campanha, e istribuíram 2.000 patinhos aos participantes; "Vamos andar com este pato pelo Brasil todo", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf; "Para envolver toda a sociedade nesta campanha, que tem o significado de 'para, chega de gastança'" (Foto: Gisele Federicce)
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Jornal do Brasil - A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançaram, neste domingo (25), no Rio, a campanha "Não Vou Pagar o Pato", contra o aumento de impostos.

O evento aconteceu na Praia de Copacabana, onde as federações das indústrias colocaram um pato inflável de 12 metros, símbolo da campanha, e distribuíram 2.000 patinhos aos participantes.

O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, ressaltou a importância da campanha. Para ele, a volta da CPMF seria um desastre. "Não podemos aceitar a CPMF nem qualquer aumento de impostos, principalmente nesse momento em que a população e as empresas já enfrentam graves dificuldades. Isso só agravaria a crise", disse Gouvêa Vieira.

Ele ressaltou que a carga tributária brasileira já ultrapassou o limite do razoável. "Está na casa dos 40% do PIB. A solução para o problema das contas públicas não passa por aumento de tributação, e sim pela redução de gastos, e também por um forte programa de privatizações que, segundo nossos estudos, tem potencial de gerar um caixa de 4% do PIB", acrescentou o presidente da Firjan.

"Vamos andar com este pato pelo Brasil todo", disse no evento o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. "Para envolver toda a sociedade nesta campanha, que tem o significado de 'para, chega de gastança'".

"O Brasil precisa que o governo pare de atrapalhar. Ajuste fiscal significa acertar as contas", afirmou Skaf. "O governo precisa cortar seus gastos, seus desperdícios, gastar melhor".

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