Fizemos uma coisa que todo mundo quer, diz professor que representou Temer em desfile

"Eu acho que a gente está fazendo uma coisa que todo mundo quer. Todo mundo quer botar pra fora, as pessoas querem gritar o 'Fora Temer', as pessoas querem se manifestar e é forma de manifestar da minha parte", disse o professor de história Léo Morais, que é assistente do carnavalesco Jack Vasconcelos, autor do enredo que criticou a escravidão e o golpe

"Eu acho que a gente está fazendo uma coisa que todo mundo quer. Todo mundo quer botar pra fora, as pessoas querem gritar o 'Fora Temer', as pessoas querem se manifestar e é forma de manifestar da minha parte", disse o professor de história Léo Morais, que é assistente do carnavalesco Jack Vasconcelos, autor do enredo que criticou a escravidão e o golpe
"Eu acho que a gente está fazendo uma coisa que todo mundo quer. Todo mundo quer botar pra fora, as pessoas querem gritar o 'Fora Temer', as pessoas querem se manifestar e é forma de manifestar da minha parte", disse o professor de história Léo Morais, que é assistente do carnavalesco Jack Vasconcelos, autor do enredo que criticou a escravidão e o golpe (Foto: Gisele Federicce)

247 - Personagem de maior sucesso na primeira noite de desfiles no Rio de Janeiro, o boneco que mostrou Michel Temer de vampiro, com uma faixa presidencial e muitas notas de dinheiro na gola do paletó, foi representado pelo professor de história Léo Morais.

"Eu acho que a gente está fazendo uma coisa que todo mundo quer. Todo mundo quer botar pra fora, as pessoas querem gritar o 'Fora Temer', as pessoas querem se manifestar e é forma de manifestar da minha parte", declarou, segundo reportagem do portal da Globo.

Ele trabalha como assistente do carnavalesco Jack Vasconcelos, autor do enredo "Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?", que fez uma crítica ao golpe, à perda de direitos trabalhistas e até a manifestantes fantoches, que pediram o impeachment de Dilma Rousseff, além do preconceito contra negros.

"Sou professor de história e o protesto tem tudo a ver comigo. Esse protesto é a minha cara. Eu acho que é uma retomada dos enredos críticos. A gente está num momento que tem que gritar mesmo", disse ainda o professor que vestiu a pele do Temer vampiro.

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