Fluminense era senha da Odebrecht para repasse ao PDT

Em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin, o ex-diretor da Odebrecht Ambiental Fernando Reis informou que a empresa ficou responsável por pagar R$ 4 milhões ao PDT como pagamento pelo apoio do partido à reeleição da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014; Reis contou que entregou R$ 1 milhão em espécie ao tesoureiro do PDT, Marcelo Panela, em escritório no centro do Rio de Janeiro. A senha para a entrega do dinheiro era ouvir um nome de um jogador do time do Fluminense

Em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin, o ex-diretor da Odebrecht Ambiental Fernando Reis informou que a empresa ficou responsável por pagar R$ 4 milhões ao PDT como pagamento pelo apoio do partido à reeleição da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014; Reis contou que entregou R$ 1 milhão em espécie ao tesoureiro do PDT, Marcelo Panela, em escritório no centro do Rio de Janeiro. A senha para a entrega do dinheiro era ouvir um nome de um jogador do time do Fluminense
Em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin, o ex-diretor da Odebrecht Ambiental Fernando Reis informou que a empresa ficou responsável por pagar R$ 4 milhões ao PDT como pagamento pelo apoio do partido à reeleição da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014; Reis contou que entregou R$ 1 milhão em espécie ao tesoureiro do PDT, Marcelo Panela, em escritório no centro do Rio de Janeiro. A senha para a entrega do dinheiro era ouvir um nome de um jogador do time do Fluminense (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - Em depoimento ao ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin, o ex-diretor da Odebrecht Ambiental Fernando Reis informou que a empresa ficou responsável por pagar R$ 4 milhões ao PDT como pagamento pelo apoio do partido à reeleição da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014. 

Reis contou que entregou R$ 1 milhão em espécie ao tesoureiro do PDT, Marcelo Panela, em escritório no centro do Rio de Janeiro. A senha para a entrega do dinheiro era ouvir um nome de um jogador do time do Fluminense.

Código teria sido definido previamente entre o tesoureiro e Fernando Reis, depois de uma sugestão de Panela, torcedor fanático do time carioca, assim como o presidente da legenda, Carlos Lupi. Segundo Reis, o pedido para que negociasse o ingresso do PDT na chapa foi feito pelo ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar. 

Segundo o delator, após acertos, pacotes foram entregues em ao menos quatro ocasiões, nos dias 4 e 11 de agosto e 1 e 9 de setembro de 2014. A cada ida do emissário foi deixado no escritório R$ 1 milhão, em espécie, oriundo de caixa 2, que totalizaram R$ 4 milhões.

O montante serviria para garantir, além do apoio político do PDT, o tempo de TV, de cerca de 51 segundos. Pelo acerto, cada segundo adicionado pelo PDT à chapa presidencial do PT custou R$ 78 mil.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, nega ter recebido dinheiro de caixa dois. 

 

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