Forças Armadas iniciam operação de segurança das Olimpíadas

Milhares de agentes de segurança, incluindo militares das Forças Armadas, além das Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança, ocupam posições estratégicas na cidade do Rio de Janeiro; veículos blindados foram posicionados nas vias expressas e na Transolímpica, que liga a Barra da Tijuca a Deodoro, na zona oeste, bairros com as principais arenas olímpicas

Milhares de agentes de segurança, incluindo militares das Forças Armadas, além das Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança, ocupam posições estratégicas na cidade do Rio de Janeiro; veículos blindados foram posicionados nas vias expressas e na Transolímpica, que liga a Barra da Tijuca a Deodoro, na zona oeste, bairros com as principais arenas olímpicas
Milhares de agentes de segurança, incluindo militares das Forças Armadas, além das Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança, ocupam posições estratégicas na cidade do Rio de Janeiro; veículos blindados foram posicionados nas vias expressas e na Transolímpica, que liga a Barra da Tijuca a Deodoro, na zona oeste, bairros com as principais arenas olímpicas (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - Desde a 0 hora deste domingo, 24, cerca de 47 mil agentes de segurança, incluindo militares das Forças Armadas, além das Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal e Força Nacional de Segurança, ocupam posições estratégicas na cidade do Rio de Janeiro como estações de trem, de distribuição de água e de energia e as usinas nucleares de Angra 1 e Angra 2 e a Refinaria Duque de Caxias da Petrobrás, além de outras cidades envolvidas no Jogos Olímpicos Rio 2016.

Veículos blindados foram posicionados nas vias expressas e na Transolímpica, que liga a Barra da Tijuca a Deodoro, na zona oeste, bairros com as principais arenas olímpicas. O plano proposto pela Abin também incluiu o monitoramento de redes sociais, cooperação com instituições nacionais e articulação com serviços de inteligência estrangeiros.

"Infelizmente você tem situação em que pessoas desequilibradas, psicopatas, suicidas procuram ter relações com esses grupos terroristas para ter uma desforra ou fazer ajuste com a sociedade, com o mundo que lhe parece extremamente adverso. Daí a dificuldade adicional que você tem de lidar com essa forma de terrorismo, que não é o clássico, com organização centralizada, com pessoas treinadas, doutrinadas, que recebiam missões e as executavam", afirmou o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

 

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