Freixo defende aliança com o PT no Rio e diz que o governador Cláudio Castro foi 'absorvido pela máfia'

O pré-candidato ao governo do Rio reforçou aliança com o PT, que pode ter André Ceciliano para o Senado. Marcelo Freixo também disse que Cláudio Castro 'é muito usado pela máfia'

www.brasil247.com - Marcelo Freixo, André Ceciliano (meio) e Cláudio Castro (à dir.)
Marcelo Freixo, André Ceciliano (meio) e Cláudio Castro (à dir.) (Foto: Divulgação)


247 - O pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB) reafirmou sua aliança com o Partido dos Trabalhadores e disse que a frente ampla no estado foi construída depois de muitas conversas "com o PSB, com o PT, com o PSOL, com o PV, com a Rede e com setores da sociedade civil". A legenda pessebista tem o deputado estadual André Ceciliano (PT) como pré-candidato da chapa ao Senado. Freixo também fez críticas ao governador Cláudio Castro (PL), ao dizer que o chefe do Executivo, "como foi tão absorvido por essa máfia no Rio, hoje ele é muito usado por essa máfia". 

Ao comentar sobre as alianças, o pré-candidato destacou ter "diferenças" com o PT. "Mas estamos agora buscando coisas em comum, que são as mais importantes", disse. "Eu vou para o PSB para construir um projeto de frente ampla, para virar a página e colocar o Rio de pé. Isso é prioridade absoluta", continuou o parlamentar, que participou de uma sabatina pelo portal Uol. Os entrevistadores foram os colunistas do UOL Kennedy Alencar e Chico Alves e o repórter da Folha de S. Paulo Italo Nogueira.

"O debate sobre o Senado... as direções nacionais vão decidir. Existem acordos para que essa aliança seja feita, e esses acordos vão ser cumpridos. Tanto a direção do PSB como do PT vão chegar o mais rápido possível a um consenso, não tenho dúvidas disso. O mais importante é uma aliança com capacidade de dialogar com amplo setores, com ampla governança, para tirar a máfia que está no Rio hoje, acrescentou Freixo. 

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O Grupo de Trabalho Eleitoral do PT, coordenado pelo deputado federal José Guimarães (PT-CE), reafirmou na última terça-feira (17) a aliança com Freixo para o governo do Rio e com Ceciliano para o Senado

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O pré-candidato também afirmou que o governador do Rio, seu principal adversário, tem envolvimento com máfias. "Como o Cláudio Castro foi tão absorvido por essa máfia no Rio, hoje ele é muito usado por essa máfia, que esteve em tantos governos e que querem o Cláudio Castro reeleito para continuar a estrutura corrupta 'do 'toma lá, dá cá'—, certamente ele acabou fazendo acordos com quem não devia".

Sergio Moro

O deputado conversou sobre combate à corrupção e criticou Sergio Moro, declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nos processos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

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"O que o Sergio Moro fez foi uma debilidade. Primeiro, ele tentou se construir num papel de herói, o que não cabe a ninguém, nem no Executivo, nem no Legislativo e muito menos no Judiciário. Ele criou um projeto político, um projeto partidário, pessoal, e ele fez muito mal ao Judiciário, ao combate à corrupção, ao Brasil", disse.

Intenções de voto

A pesquisa Datafolha, divulgada no mês passado, apontou Freixo na liderança, com 22% dos votos, seguido por Castro, com 18%. 

Na terceira posição ficou Anthony Garotinho (União Brasil), com 7%, e, na quarta, Rodrigo Neves (PDT), com 5%.

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