Freixo: não há política carcerária no Brasil

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) diz que, no Brasil, "não ter política carcerária é a política carcerária. Se prende, se esquece e finge que tá resolvido porque prendeu"; segundo ele, as prisões no País "reservam as contradições que a gente não resolve na nossa sociedade"; em vídeo, Freixo também comenta "a carta de ódio" do autor da chacina de Campinas e a morte dos PMs no Rio de Janeiro neste começo de ano; assista

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) diz que, no Brasil, "não ter política carcerária é a política carcerária. Se prende, se esquece e finge que tá resolvido porque prendeu"; segundo ele, as prisões no País "reservam as contradições que a gente não resolve na nossa sociedade"; em vídeo, Freixo também comenta "a carta de ódio" do autor da chacina de Campinas e a morte dos PMs no Rio de Janeiro neste começo de ano; assista
O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) diz que, no Brasil, "não ter política carcerária é a política carcerária. Se prende, se esquece e finge que tá resolvido porque prendeu"; segundo ele, as prisões no País "reservam as contradições que a gente não resolve na nossa sociedade"; em vídeo, Freixo também comenta "a carta de ódio" do autor da chacina de Campinas e a morte dos PMs no Rio de Janeiro neste começo de ano; assista (Foto: Gisele Federicce)

Rio 247 - O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) divulgou um vídeo em sua página no Facebook nesta quarta-feira 4 comentando os graves acontecimentos relacionados à segurança pública ocorridos neste início de 2017.

Sobre o massacre que deixou 56 mortos em um presídio de Manaus, ele constata: "Não há política carcerária no Brasil". "Pelo contrário: não ter política carcerária é a política carcerária. Se prende, se esquece e finge que tá resolvido porque prendeu", afirma.

"É claro que quem está preso alguma coisa fez e deve pagar, ninguém aqui está defendendo bandido. Mas a gente tem que ter responsabilidade", comenta. Segundo ele, as prisões no País "reservam as contradições que a gente não resolve na nossa sociedade".

O deputado lembra que "a maior parte da população carcerária é de pobres, negros e de baixíssima escolaridade" no País e que o número de presos no Brasil é o terceiro maior no mundo, atrás apenas de Estados Unidos e China.

Freixo também comenta "a carta de ódio" deixada pelo autor da chacina de Campinas (SP), que matou sua ex-mulher, o filho e mais dez parentes e amigos na noite de réveillon, e a morte dos PMs no Rio de Janeiro neste começo de ano.

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