Funcionários denunciam a Comlurb na Alerj

Funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) fizeramuma série de denúncias contra a empresa em audiência pública na Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj); entre as principais reclamações estão a precariedade das condições de trabalho e dos serviços, além de assédio moral por parte da companhia

Funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) fizeramuma série de denúncias contra a empresa em audiência pública na Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj); entre as principais reclamações estão a precariedade das condições de trabalho e dos serviços, além de assédio moral por parte da companhia
Funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) fizeramuma série de denúncias contra a empresa em audiência pública na Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj); entre as principais reclamações estão a precariedade das condições de trabalho e dos serviços, além de assédio moral por parte da companhia (Foto: Leonardo Lucena)
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Da Agência Brasil

Funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) fizeram hoje (11) uma série de denúncias contra a empresa em audiência pública na Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Entre as principais reclamações estão a precariedade das condições de trabalho e dos serviços, além de assédio moral por parte da companhia.

De acordo com o deputado Paulo Ramos (PDT), que presidiu a audiência pública, o objetivo da reunião foi chegar a um acordo e evitar possíveis greves. “A Comissão do Trabalho da Alerj tenta contribuir para que haja entendimento entre a prefeitura do Rio e a categoria. São reivindicações básicas que dependem de acordo político”.

Operador de máquinas da Comlurb, André Francisco de Jesus acusou a empresa de não cumprir o acordo coletivo com os trabalhadores após a greve, no início do ano. “Desde o fim da greve, sofremos perseguições, eles arrumam advertências para demitir quem participou do movimento. Também sofremos assédio moral, nossos chefes ameaçam nos mandar embora se participarmos de qualquer manifestação, mesmo pacífica como esta audiência da Alerj”, disse o profissional.

André Francisco acrescentou que o reajuste salarial de 37%, conseguido no acordo, não contemplou todos os funcionários. “Eles só deram o acréscimo para os garis, enquanto outros funcionários, como vigias, pessoal da manutenção e nós, operadores, recebemos 5%”.

Ontem (10), cerca de 250 garis fizeram uma manifestação na Avenida Presidente Vargas, uma das principais do centro do Rio, contra privatização da companhia de limpeza. A passeata contou com o apoio de movimentos sociais, como o dos Trabalhadores Sem Teto, e de outras categorias, como a dos professores, além de ativistas da Aldeia Maracanã e de jovens que pedem a liberdade dos presos envolvidos em manifestações públicas.

Procurada, a Comlurb não se manifestou sobre as denúncias dos funcionários da companhia até o fechamento desta matéria.

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