FUP: problema do Rio se resolve com empregos, não com militarismo

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, criticou a intervenção das Forças Armadas determinada por Michel Temer na Segurança Pública do Rio de Janeiro; para Rangel, Temer e Pezão acreditam que a crise no Rio de Janeiro pode ser resolvida através do militarismo; "Será que eles não aprenderam ainda que essas crises só são resolvidas dando oportunidades, criando empregos para o nosso povo. Nós temos é que reativar a indústria de óleo e gás, o setor da construção civil, da habitação e renegociar a dívida do estado", disse ele

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, criticou a intervenção das Forças Armadas determinada por Michel Temer na Segurança Pública do Rio de Janeiro; para Rangel, Temer e Pezão acreditam que a crise no Rio de Janeiro pode ser resolvida através do militarismo; "Será que eles não aprenderam ainda que essas crises só são resolvidas dando oportunidades, criando empregos para o nosso povo. Nós temos é que reativar a indústria de óleo e gás, o setor da construção civil, da habitação e renegociar a dívida do estado", disse ele
O coordenador da FUP, José Maria Rangel, criticou a intervenção das Forças Armadas determinada por Michel Temer na Segurança Pública do Rio de Janeiro; para Rangel, Temer e Pezão acreditam que a crise no Rio de Janeiro pode ser resolvida através do militarismo; "Será que eles não aprenderam ainda que essas crises só são resolvidas dando oportunidades, criando empregos para o nosso povo. Nós temos é que reativar a indústria de óleo e gás, o setor da construção civil, da habitação e renegociar a dívida do estado", disse ele (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, criticou a intervenção das Forças Armadas determinada por Michel Temer na Segurança Pública do Rio de Janeiro. 

A medida foi solicitada pelo governador Luiz Fernando Pezão (MDB), que admitiu que a violência está fora de controle no estado (leia mais). 

Para Rangel, Temer e Pezão acreditam que a crise no Rio de Janeiro pode ser resolvida através do militarismo. "Será que eles não aprenderam ainda que essas crises só são resolvidas dando oportunidades, criando empregos para o nosso povo. Nós temos é que reativar a indústria de óleo e gás, o setor da construção civil, da habitação e renegociar a dívida do estado", disse Rangel. 

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