Garotinho acusa governo do Rio de "abuso contra direitos humanos"

"O abuso contra os direitos humanos virou uma rotina no estado do Rio de Janeiro", discursou nesta quinta-feira o líder do PR na Câmara; e segundo o deputado federal, eles acontecem "inclusive por parte de autoridades estaduais"

"O abuso contra os direitos humanos virou uma rotina no estado do Rio de Janeiro", discursou nesta quinta-feira o líder do PR na Câmara; e segundo o deputado federal, eles acontecem "inclusive por parte de autoridades estaduais"
"O abuso contra os direitos humanos virou uma rotina no estado do Rio de Janeiro", discursou nesta quinta-feira o líder do PR na Câmara; e segundo o deputado federal, eles acontecem "inclusive por parte de autoridades estaduais" (Foto: Gisele Federicce)
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Rio247 – "O abuso contra os direitos humanos virou uma rotina no estado do Rio de Janeiro". Assim, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) bateu mais uma vez no governador Sérgio Cabral (PMDB), alvo de constantes críticas por parte da população carioca, que já pediu a sua renúncia. Segundo Garotinho, esses abusos vêm ocorrendo "inclusive por parte de autoridades estaduais". 

O posicionamento do parlamentar, em audiência nesta quinta-feira 22, na Câmara Federal, também foi uma manifestação de apoio ao deputado estadual Geraldo Pudim (PR), que, na última terça-feira, teve um encontro com a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, para pedir providências visando à investigação da conduta da Polícia Militar nos protestos que vêm ocorrendo na capital.

"Agradeço ao deputado federal Geraldo Pudim, que em nome de todas as vítimas dos abusos que vêm sendo cometidos relatou e pediu providências ontem (21) à ministra Maria do Rosário, que se comprometeu a fazer gestões para que esta vergonha acabe no estado do Rio de Janeiro", disse Garotinho.

Para piorar a situação do governador Sérgio Cabral, a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), acatou a denúncia de 29 agricultores do V Distrito da cidade de São João da Barra, Norte do Rio, contra o próprio Cabral. Também são alvos da queixa o empresário Eike Batista e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

De acordo com as queixas dos moradores, a desocupação de suas propriedades para dar lugar à instalação de um porto concebido pelo empresário Eike Batista se deu de forma irregular. Conforme as investigações, a desapropriação foi realizada pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio (Codin) em favor da empresa LLX, de Eike Batista. A ação será investigada pelo Ministério Público Federal.

De todo modo, a crise pela qual passa o governo Cabral tende a se agravar, uma vez que não se trata apenas de queixas relacionadas à gestão e corrupção, mas também porque envolve a questão dos direitos humanos.

 

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