Gil Diniz, deputado braço direito de Bolsonaro, é acusado de rachadinha na Alesp

Ex-assessor do deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP) apresentou denúncia nesta terça (15) ao Ministério Público de São Paulo por prática de “rachadinha”. O parlamentar é braço direito de Bolsonaro em São Paulo

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247 - Mais um parlamentar do PSL, o deputado estadual Gil Diniz (SP), considerado braço direito de Jair Bolsonaro em São Paulo, foi acusado do chamado esquema de "rachadinha". O parlamentar foi alvo de uma representação, encaminhada nesta terça (15) ao Ministério Público de São Paulo, pelo seu ex-assessor Alexandre Junqueira. A informação é do Painel, da Folha.

No documento, o ex-assessor conta que conheceu Gil na campanha e passou a trabalhar, depois que ele foi eleito, como assessor parlamentar. Mas quando negou fazer o repasse do salário, foi sugerido a ele que passasse, então, a trabalhar como motorista.

“Quando lá estava presenciei que a prática da “rachadinha”‘ era comum entre os funcionários do gabinete. Ali havia também funcionária fantasma, porque não trabalhava e apenas assinava o ponto e devolvia dinheiro para o Depulado. Essa funcionária, amiga do Deputado há mais ou menos doze anos, recebe em troca apenas o cartão alimentação {sodexo), e aproximadamente R$ 1.500,00 {hum mil e quinhentos reais) em troca de dar seu nome para descontc do salário”, relata ele, na representação.

E continua: “Todos os assessores que recebem o salário no teto fazem rodízio das gratificações, que costumam ser sacadas em dinheiro para pagamento das contas de apoiadores do Deputado Estadual Gil Diniz. Tenho conhecimento que o mesmo procedimento ocorre na Lideranga do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo.”

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) é alvo de investigação pela mesma suspeita. De acordo com apuração do Ministério Público, o ex-assessor Fabrício Queiroz era o responsável por recolher os salários dos funcionários. Relatório do Coaf apontou movimentação suspeita de R4 1,2 milhão nas contas de Queiroz.

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