Homem é agredido no Rio por declarar apoio a Lula

Durante as manifestações desse domingo, 16, um funcionário público foi hostilizado por dezenas de manifestantes na praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro; ele vestia uma camiseta vermelha e gritou "Lula 2018" no meio do ato contra a presidente Dilma Rousseff e precisou de escolta policial para se defender; "Eu tenho direito de falar o que quiser, sou favorável a Dilma e a Lula. Você acha que a elite branca que está aqui vai aceitar isso?", questionou o homem que não foi identificado

Durante as manifestações desse domingo, 16, um funcionário público foi hostilizado por dezenas de manifestantes na praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro; ele vestia uma camiseta vermelha e gritou "Lula 2018" no meio do ato contra a presidente Dilma Rousseff e precisou de escolta policial para se defender; "Eu tenho direito de falar o que quiser, sou favorável a Dilma e a Lula. Você acha que a elite branca que está aqui vai aceitar isso?", questionou o homem que não foi identificado
Durante as manifestações desse domingo, 16, um funcionário público foi hostilizado por dezenas de manifestantes na praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro; ele vestia uma camiseta vermelha e gritou "Lula 2018" no meio do ato contra a presidente Dilma Rousseff e precisou de escolta policial para se defender; "Eu tenho direito de falar o que quiser, sou favorável a Dilma e a Lula. Você acha que a elite branca que está aqui vai aceitar isso?", questionou o homem que não foi identificado (Foto: Aquiles Lins)
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Rio 247 - Durante as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff nesse domingo, 16, um funcionário público foi hostilizado por dezenas de manifestantes na praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.

Ele vestia uma camiseta vermelha e gritou "Lula 2018" no meio do ato contra a presidente Dilma Rousseff e precisou de escolta policial para se defender ."Eu tenho direito de falar o que quiser, sou favorável a Dilma e a Lula. Você acha que a elite branca que está aqui vai aceitar isso?", questionou o homem que não foi identificado. Apesar do cerco policial, um grupo de cerca de 20 pessoas continuou a xingá-lo.

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