Hospital do Fundão pode fechar, alerta diretor

O Hospital Clementino Fraga Filho, também conhecido como Hospital do Fundão, corre o risco de fechar nos próximos dias por conta do atraso no pagamento de funcionários terceirizados, o que inviabiliza o funcionamento da unidade de saúde, com média de 400 cirurgias e 16 mil pacientes atendidos por mês; o diretor da unidade, Eduardo Cortes, acusa a reitoria da UFRJ de reter R$ 2,4 milhões que seriam utilizados para pagar funcionários extraquadro


O Hospital Clementino Fraga Filho, também conhecido como Hospital do Fundão, corre o risco de fechar nos próximos dias por conta do atraso no pagamento de funcionários terceirizados, o que inviabiliza o funcionamento da unidade de saúde, com média de 400 cirurgias e 16 mil pacientes atendidos por mês; o diretor da unidade, Eduardo Cortes, acusa a reitoria da UFRJ de reter R$ 2,4 milhões que seriam utilizados para pagar funcionários extraquadro
O Hospital Clementino Fraga Filho, também conhecido como Hospital do Fundão, corre o risco de fechar nos próximos dias por conta do atraso no pagamento de funcionários terceirizados, o que inviabiliza o funcionamento da unidade de saúde, com média de 400 cirurgias e 16 mil pacientes atendidos por mês; o diretor da unidade, Eduardo Cortes, acusa a reitoria da UFRJ de reter R$ 2,4 milhões que seriam utilizados para pagar funcionários extraquadro (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O Hospital Clementino Fraga Filho, também conhecido como Hospital do Fundão, corre o risco de fechar nos próximos dias por conta do atraso no pagamento de funcionários terceirizados, o que inviabiliza o funcionamento da unidade de saúde, com média de 400 cirurgias e 16 mil pacientes atendidos por mês.

O diretor da unidade, Eduardo Cortes, acusa a reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) de reter R$ 2,4 milhões que seriam utilizados para pagar funcionários extraquadro. Segundo ele, o pagamento desses profissionais não é responsabilidade do hospital.

O gestor afirmou que não pode contar com o dinheiro do Sistema Único de Saúde porque, segundo ele, paga exclusivamente serviços para o atendimento de pacientes.

"Então houve essa retenção, só que isso vai nos inviabilizar. Se eu pagar extraquadro, o que eu não vou fazer, porque a lei não permite, eu não vou ter dinheiro para comprar medicamento. E se a reitoria não pagar extraquadro, que é uma responsabilidade dela, também, o hospital fica sem pessoal", ressaltou Cortes ao RJTV.

O objetivo da diretoria do Hospital do Fundão é reaver um dinheiro que, anteriormente, foi utilizado para pagar pessoal. O diretor afirma que são mais de R$ 7 milhões que deveriam ser devolvidos à administração da unidade de saúde.

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