Inadimplência no comércio do Rio cresceu 1,2%

A inadimplência no comércio carioca cresceu 1,2% em maio em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio); números mostram que o quadro atual da economia no Rio, com o desemprego e a violência influenciando o comportamento do consumidor, contribuem para afetar seu senso de humor e otimismo

Rio de Janeiro - Milhares de pessoas vão às ruas do Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega) para compras de natal no tradicional centro de comércio popular do Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro - Milhares de pessoas vão às ruas do Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega) para compras de natal no tradicional centro de comércio popular do Rio de Janeiro. (Foto: Voney Malta)

Por Douglas Corrêa/Agência Brasil - A inadimplência no comércio carioca cresceu 1,2% em maio em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio). As consultas diminuíram 5,3% e as dívidas quitadas aumentaram 1,1%.

De acordo com o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, estes números mostram que o quadro atual da economia no Rio de Janeiro, com o desemprego e a violência influenciando o comportamento do consumidor, contribuem para afetar seu senso de humor e otimismo e, consequentemente, sua disposição de compra.

“Aliado a tudo isso, o comércio ainda precisa lutar diuturnamente contra a informalidade, que cresce a olhos vistos e aumenta significativamente quando ocorrem eventos de grande porte como é o caso da Copa do Mudo”, avaliou Gonçalves.

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano (de janeiro a maio), a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 0,9% e 0,7% e as consultas caíram 5,9%, em relação ao mesmo período de 2016.

Ao comparar maio com o mês anterior (abril), as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 1,3%, 4,9% e 1,8%.

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