Índio permanece em árvore há mais de 24 horas no Rio

José Urutal, da tribo Guajajara, continua, nesta manhã, em cima de uma árvore dentro do terreno do antigo Museu do Índio, próximo ao Estádio do Maracanã; o indígena, de 54 anos, já está na copa da árvore há mais de 24 horas; ele faz parte do grupo de manifestantes que havia ocupado o prédio e foi retirado ontem por policiais militares do Batalhão de Choque

José Urutal, da tribo Guajajara, continua, nesta manhã, em cima de uma árvore dentro do terreno do antigo Museu do Índio, próximo ao Estádio do Maracanã; o indígena, de 54 anos, já está na copa da árvore há mais de 24 horas; ele faz parte do grupo de manifestantes que havia ocupado o prédio e foi retirado ontem por policiais militares do Batalhão de Choque
José Urutal, da tribo Guajajara, continua, nesta manhã, em cima de uma árvore dentro do terreno do antigo Museu do Índio, próximo ao Estádio do Maracanã; o indígena, de 54 anos, já está na copa da árvore há mais de 24 horas; ele faz parte do grupo de manifestantes que havia ocupado o prédio e foi retirado ontem por policiais militares do Batalhão de Choque (Foto: Leonardo Lucena)
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Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O índio José Urutal, da tribo Guajajara, continua, na manhã de hoje (17), em cima de uma árvore dentro do terreno do antigo Museu do Índio, próximo ao Estádio do Maracanã. O indígena, de 54 anos, já está na copa da árvore há mais de 24 horas. Ele faz parte do grupo de manifestantes que havia ocupado o prédio no último domingo (15) e foi retirado ontem por policiais militares do Batalhão de Choque.

Aproximadamente 50 manifestantes cantam músicas indígenas e exibem cartazes de apoio ao índio, conhecido como Zé Guajajara. Eles lançaram frutas e água para o indígena por meio de uma corda. Todos passaram a noite e a madrugada embaixo da árvore.

De acordo com o comandante da operação do Batalhão de Choque (BpChoque) , major Átila Pinto, pelo menos 30 policiais estão no entorno do prédio para impedir que os manifestantes voltem a ocupar o espaço, que ficou conhecido como Aldeia Maracanã. A polícia isolou a área com grades para impedir a aproximação de militantes.

Até o momento, 24 manifestantes foram encaminhados às delegacias de São Cristóvão, na zona norte, e à Praça da Bandeira, no centro da cidade. Eles foram autuados por resistência à desocupação do prédio do antigo Museu do Índio. O grupo prestou depoimento e foi liberado.

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