Inquérito sobre propina da JBS a Aécio sai da Justiça Federal para a Justiça Eleitoral

Por dois votos a um, desembargadores atendem pedido da defesa de Aécio Neves - pego em áudio falando em matar o primo que havia sido filmado recebendo malas de R$ 500 mil - e inquérito sobre supostos pagamentos da JBS segue para a Justiça Eleitoral

(Foto: LUIS MACEDO - AG. CÂMARA)
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Jornal GGN Dois dos três desembargadores da 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região atenderam ao pedido de habeas corpus da defesa do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) para que o inquérito que investiga as suspeitas de pagamentos indevidos da JBS ao parlamentar saia da esfera da Justiça Federal para a Justiça Eleitoral.

O julgamento havia sido suspenso em outubro. Na ocasião, o relator, juiz federal José Lunardelli, havia concordado com a defesa de Aécio. Outro juiz federal da turma, Fausto De Sanctis, divergiu. Ele votou pela concessão parcial do habeas corpus, entendendo que quatro itens investigados no inquérito poderiam ser remetidos à Justiça Eleitoral.

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