Já são 29 o número de manifestações em frente a batalhões da PM no Rio

Sem receber 13º e com a perspectiva de aumento da contribuição previdenciária, policiais do Rio de Janeiro seguem o exemplo do vizinho Espírito Santo: levam as esposas para protestar em frente a batalhões, já que são impedidos pelo Código Penal Militar de realizar greve

Protesto PM Rio
Protesto PM Rio (Foto: Leonardo Attuch)

Da Agência Sputinik

Sem receber 13º e com a perspectiva de aumento da contribuição previdenciária, policiais do Rio de Janeiro seguem o exemplo do vizinho Espírito Santo: levam as esposas para protestar em frente a batalhões, já que são impedidos pelo Código Penal Militar de realizar greve. Movimentações do tipo são registradas em todo o estado desde quinta (9).

Por meio de um comunicado, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) informou hoje que já eram 29, o número de manifestações em todo o estado. No entanto, de acordo com a corporação, o policiamento não foi interrompido e segue normalmente neste sábado.

"A corporação está atenta às manifestações e conscientizando a tropa da importância da presença policial nas ruas. O patrulhamento está sendo realizado normalmente. As rendições, quando necessárias, são realizadas no lado externo (das unidades), e locais que apresentaram maiores problemas estão com apoio de outras unidades", diz a Polícia, acrescentando que não há paralisação e sim 'manifestações de familiares organizadas pelas redes sociais'.

 
A PMERJ também fez novo apelo e disse que é importante que os protestos não coloquem em risco a vida "dos oficiais, dos familiares e de toda a população".

Os manifestantes cobram o pagamento dos salários atrasados e também do Regime Adicional de Serviço Olímpico, um pacote de horas extras às quais todos os oficiais foram obrigados a cumprir e pelas quais ainda não foram pagos.

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