Jandira: Única coisa que pode mexer o jogo é uma rua unida e forte

Em vídeo, deputada explica os rumos para a saída de Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral; ela avalia que a preocupação do Congresso e setores da economia neste momento é colocar no lugar de Temer alguém que garanta o cumprimento da agenda das reformas, mas que, como ainda não há um nome de consenso, eles tentam ganhar tempo; para ela, "a única possibilidade de acelerar uma renúncia é a rua continuar gritando muito alto 'Fora, Temer', 'Diretas Já'"; assista

Em vídeo, deputada explica os rumos para a saída de Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral; ela avalia que a preocupação do Congresso e setores da economia neste momento é colocar no lugar de Temer alguém que garanta o cumprimento da agenda das reformas, mas que, como ainda não há um nome de consenso, eles tentam ganhar tempo; para ela, "a única possibilidade de acelerar uma renúncia é a rua continuar gritando muito alto 'Fora, Temer', 'Diretas Já'"; assista
Em vídeo, deputada explica os rumos para a saída de Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral; ela avalia que a preocupação do Congresso e setores da economia neste momento é colocar no lugar de Temer alguém que garanta o cumprimento da agenda das reformas, mas que, como ainda não há um nome de consenso, eles tentam ganhar tempo; para ela, "a única possibilidade de acelerar uma renúncia é a rua continuar gritando muito alto 'Fora, Temer', 'Diretas Já'"; assista (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em uma transmissão ao vivo feita pelo Facebook, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) explicou os rumos para a saída de Michel Temer pelo julgamento do Tribunal Superior Eleitoral, que começa nesta terça-feira 6.

Jandira avalia que a preocupação do Congresso e setores da economia neste momento é colocar no lugar de Temer alguém que garanta o cumprimento da agenda das reformas, mas que, como ainda não há um nome de consenso, eles tentam ganhar tempo.

Ela destaca ainda que o Código Eleitoral diz que, em caso de cassação da chapa até três anos e meio de mandato, é caso de eleição direta. "Eles estão confrontando o Código Eleitoral com a Constituição, que fala em caso de vacância na presidência, ou seja, renúncia, morte".

Sua expectativa é de que o julgamento não acabe essa semana, e sim que tenha "pedido de vista, recurso para lá, recurso para cá". "Por essas duas razões: porque eles não querem diretas, porque não tem nome pras diretas, e também porque, mesmo na indireta, eles não teriam um nome unificado para a substituição de Temer".

Em sua opinião, nenhum dos caminhos é de curtíssimo prazo. "A única possibilidade de acelerar uma renúncia é a rua continuar gritando muito alto 'Fora, Temer', 'Diretas Já' e não esqueçam de somar à paralisação das reformas". Assista acima.

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