Justiça adia pela 2ª vez depoimento de militares que fuzilaram músico no Rio

Militares dispararam 257 tiros durante a ocorrência em Guadalupe, zona norte do Rio, e 83 atingiram o veículo em que o músico Evaldo Rosa dos Santos e a família estavam. Luciano, que prestava socorro às vítimas, também foi atingido pelos disparos e morreu dias após ser internado

247 - A Justiça Militar adiou pela segunda vez o depoimento dos 12 militares envolvidos nas mortes do músico Evaldo Rosa dos Santos e do catador de materiais recicláveis Luciano Macedo, no dia 7 de abril de 2019. Militares dispararam 257 tiros durante a ocorrência em Guadalupe, zona norte do Rio, e 83 atingiram o veículo em que Evaldo e a família estavam. Luciano, que prestava socorro às vítimas, também foi atingido pelos disparos e morreu dias após ser internado.

Em agosto, o depoimento já havia sido adiado, após a constatação de que a Polícia Militar não enviou para prestar depoimento os policiais que chegaram ao local logo após os disparos em uma viatura Ford Ranger.

O novo adiamento ocorreu por causa de um pedido feita pela defesa dos militares. Segundo relado do site Uol, o advogado dos militares, Paulo Henrique Melo, argumentou que um dos juízes que participaram do processo se aposentou recentemente e não foi formalmente substituído. 

Não há uma nova data para que os militares sejam ouvidos.





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