Kennedy: Forças Armadas veem boicote de polícias à intervenção federal

"Um ministro envolvido na discussão sobre os cerca de 50 dias de intervenção militar no Rio descreve assim a situação: 'Nota-se um corpo mole de certos setores da PM e da Polícia Civil, sobretudo nas cúpulas", escreve o jornalista Kennedy Alencar

"Um ministro envolvido na discussão sobre os cerca de 50 dias de intervenção militar no Rio descreve assim a situação: 'Nota-se um corpo mole de certos setores da PM e da Polícia Civil, sobretudo nas cúpulas", escreve o jornalista Kennedy Alencar
"Um ministro envolvido na discussão sobre os cerca de 50 dias de intervenção militar no Rio descreve assim a situação: 'Nota-se um corpo mole de certos setores da PM e da Polícia Civil, sobretudo nas cúpulas", escreve o jornalista Kennedy Alencar (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - "Na avaliação do Ministério da Segurança Pública e da cúpula das Forças Armadas, há um boicote de parcela de escalões superiores e intermediários das polícias Civil e Militar do Rio à intervenção federal no Estado", diz o jornalista Kennedy Alencar.

"Um ministro envolvido na discussão sobre os cerca de 50 dias de intervenção militar no Rio descreve assim a situação: 'Nota-se um corpo mole de certos setores da PM e da Polícia Civil, sobretudo nas cúpulas. É como se dissessem assim: ‘Já que o governo federal decidiu pela intervenção porque os policiais fluminenses não davam conta da segurança pública, que os militares fiquem agora encarregados de resolver todos os problemas’", continua Kennedy.

De acordo com o jornalista, "para piorar, há uma expectativa de que dados de segurança do mês de março mostrem um aumento da violência no Rio". "Segundo um ministro, a situação ainda deverá piorar antes de melhorar".

Leia a íntegra no Blog do Kennedy Alencar

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