Lava Jato investiga cartel em Angra 3

Investigadores apuram contratos da montagem eletromecânica da terceira usina do Complexo Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis (RJ) - a Angra 3; suspeita é de atuação do esquema no edital publicado pela Eletrobras Eletronuclear originalmente em agosto de 2011; das 12 empresas participantes da licitação, 11 foram citadas na Lava Jato

Investigadores apuram contratos da montagem eletromecânica da terceira usina do Complexo Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis (RJ) - a Angra 3; suspeita é de atuação do esquema no edital publicado pela Eletrobras Eletronuclear originalmente em agosto de 2011; das 12 empresas participantes da licitação, 11 foram citadas na Lava Jato
Investigadores apuram contratos da montagem eletromecânica da terceira usina do Complexo Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis (RJ) - a Angra 3; suspeita é de atuação do esquema no edital publicado pela Eletrobras Eletronuclear originalmente em agosto de 2011; das 12 empresas participantes da licitação, 11 foram citadas na Lava Jato (Foto: Roberta Namour)
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247 - A Operação Lava Jato, que prendeu executivos das maiores empreiteiras do Brasil acusados de corrupção na Petrobras, chega ao setor elétrico. 

Investigadores apuram contratos da montagem eletromecânica da terceira usina do Complexo Nuclear Almirante Álvaro Alberto, em Angra dos Reis (RJ) - a Angra 3.

A suspeita é de atuação do esquema no edital publicado pela Eletrobras Eletronuclear originalmente em agosto de 2011. Na época, apenas dois consórcios foram habilitados: o UNA 3 (formado pelas empresas Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e UTC) e o Angra 3 (composto por Queiroz Galvão, uma subsidiária do grupo MPE e Techint). Das 12 empresas participantes da licitação, 11 foram citadas na Lava Jato.

Leia aqui reportagem de Fabio Pupo e Rodrigo Polito sobre o assunto.

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