Lava Jato: Lindbergh Farias pede para Janot acelerar denúncias

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi à Procuradoria-Geral da República pedir agilidade na apresentação de inquéritos ou denúncias sobre o esquema de corrupção na Petrobras; parlamentar protocolou ofício dirigido ao procurador-geral, Rodrigo Janot, para, segundo ele, fazer a "separação do joio do trigo"; o petista é um dos parlamentares que aparecem numa lista de nomes citados pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa; o senador negou que tenha recebido propina  

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi à Procuradoria-Geral da República pedir agilidade na apresentação de inquéritos ou denúncias sobre o esquema de corrupção na Petrobras; parlamentar protocolou ofício dirigido ao procurador-geral, Rodrigo Janot, para, segundo ele, fazer a "separação do joio do trigo"; o petista é um dos parlamentares que aparecem numa lista de nomes citados pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa; o senador negou que tenha recebido propina
 
Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi à Procuradoria-Geral da República pedir agilidade na apresentação de inquéritos ou denúncias sobre o esquema de corrupção na Petrobras; parlamentar protocolou ofício dirigido ao procurador-geral, Rodrigo Janot, para, segundo ele, fazer a "separação do joio do trigo"; o petista é um dos parlamentares que aparecem numa lista de nomes citados pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa; o senador negou que tenha recebido propina   (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi nesta sexta-feira (19) à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir agilidade na apresentação de inquéritos ou denúncias sobre o esquema de corrupção na Petrobras. O parlamentar protocolou ofício dirigido ao procurador-geral, Rodrigo Janot, com para, segundo ele, fazer a "separação do joio do trigo".

O petista é um dos parlamentares que aparecem numa lista de nomes citados pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, conforme do "O Estado de S. Paulo" desta sexta-feira (19). Foram dez nomes do PP, oito do PT, oito do PMDB, um do PSB e um do PSDB (leia mais aqui). 

O senador negou que tenha recebido propina e afirmou que foi citado porque se reuniu três vezes com Paulo Roberto em janeiro deste ano para dialogar sobre doações para sua campanha a governador do Rio de Janeiro.

"Além de ilegal, eu acho uma irresponsabilidade você vazar nomes de uma delação premiada juntando no mesmo grupo políticos que são acusados de corrupção e outros que foram apenas citados. Eu tive meu nome citado pelo Paulo Roberto em relação à campanha de 2014, nenhum envolvimento com nada de corrupção. Juntaram tudo de uma forma que vai trazer um desgaste político muito grande", disse Lindbergh ao G1.

O petista disse também que não sabia do envolvimento de Paulo Roberto com irregularidades na Petrobras à época das reuniões, em janeiro. "Ele já estava fora da Petrobras há muito tempo e foi discutir sobre nosso programa de governo para a área de petróleo e gás para a economia fluminense", acrescentou.

Segundo Lindbergh, numa dessas reuniões, foi discutido como Paulo Roberto "poderia conversar com algumas empresas para fazer doações legais" para a campanha do parlamentar no Rio. "Aquilo não se concretizou porque ele foi preso", disse o congressista, em referência a prisão do ex-diretor, em março, pela Operação Lava Jato.

 

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