Leonardo Boff critica aplausos a Bolsonaro: elites do atraso

Em mais uma repercussão contra o discurso feito pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) a uma plateia de mil executivos do mercado financeiro, na semana passada, quando sugeriu metralhar a Rocinha como solução para acabar com a criminalidade no local, o teólogo e intelectual Leonardo Boff criticou duramente o público que o aplaudiu; para Boff, a reação "mostra o nível de consciência no mínimo fascitóide de nossas elites do atraso"

Em mais uma repercussão contra o discurso feito pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) a uma plateia de mil executivos do mercado financeiro, na semana passada, quando sugeriu metralhar a Rocinha como solução para acabar com a criminalidade no local, o teólogo e intelectual Leonardo Boff criticou duramente o público que o aplaudiu; para Boff, a reação "mostra o nível de consciência no mínimo fascitóide de nossas elites do atraso"
Em mais uma repercussão contra o discurso feito pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) a uma plateia de mil executivos do mercado financeiro, na semana passada, quando sugeriu metralhar a Rocinha como solução para acabar com a criminalidade no local, o teólogo e intelectual Leonardo Boff criticou duramente o público que o aplaudiu; para Boff, a reação "mostra o nível de consciência no mínimo fascitóide de nossas elites do atraso" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O teólogo, intelectual e escritor Leonardo Boff também reagiu neste domingo 11 ao discurso do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) a uma plateia de mil executivos do mercado financeiro em um evento promovido na semana passada.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do Globo, Bolsonaro sugeriu metralhar a comunidade da Rocinha, no Rio, como solução para acabar com a criminalidade no local. "Sinal dos tempos, foi aplaudido pelo público", relatou o jornalista.

O alvo da crítica de Boff foi justamente o público que perdeu tempo e teve a coragem de aplaudir a ideia fascista de Bolsonaro. Para ele, a reação dos mais de mil empresários "mostra o nível de consciência no mínimo fascitóide de nossas elites do atraso".

"Segundo Belluzzo nem são elites. São apenas ricos, riquíssimos. Não gostam de democracia, mas de golpes e de ditaduras", completou o teólogo, em postagem no Twitter.

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