Lindbergh: impeachment de Dilma é 'acordão de cúpula'

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) associou o movimento político pelo impeachment da presidente Dilma com o que chamou de “acordão de cúpula” destinado a abafar as investigações em curso contra a corrupção; o parlamentar reconheceu a dimensão das manifestações contra o governo do PT, mas disse a elevada rejeição atinge a todos os políticos e líderes da oposição, como o senador Aécio Neves e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ambos do PSDB que foram hostilizados nas ruas; "Eu quero chamar a atenção do povo brasileiro, em especial dos mais pobres, dos trabalhadores, para entenderem qual a causa de todo esse movimento. Eu não tenho dúvidas em afirmar que esse movimento tem como objetivo claro a retirada de direitos conquistados no último período"

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) associou o movimento político pelo impeachment da presidente Dilma com o que chamou de “acordão de cúpula” destinado a abafar as investigações em curso contra a corrupção; o parlamentar reconheceu a dimensão das manifestações contra o governo do PT, mas disse a elevada rejeição atinge a todos os políticos e líderes da oposição, como o senador Aécio Neves e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ambos do PSDB que foram hostilizados nas ruas; "Eu quero chamar a atenção do povo brasileiro, em especial dos mais pobres, dos trabalhadores, para entenderem qual a causa de todo esse movimento. Eu não tenho dúvidas em afirmar que esse movimento tem como objetivo claro a retirada de direitos conquistados no último período"
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) associou o movimento político pelo impeachment da presidente Dilma com o que chamou de “acordão de cúpula” destinado a abafar as investigações em curso contra a corrupção; o parlamentar reconheceu a dimensão das manifestações contra o governo do PT, mas disse a elevada rejeição atinge a todos os políticos e líderes da oposição, como o senador Aécio Neves e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ambos do PSDB que foram hostilizados nas ruas; "Eu quero chamar a atenção do povo brasileiro, em especial dos mais pobres, dos trabalhadores, para entenderem qual a causa de todo esse movimento. Eu não tenho dúvidas em afirmar que esse movimento tem como objetivo claro a retirada de direitos conquistados no último período" (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Senado - Em discurso nesta segunda-feira (14), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) associou o movimento político pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff com o que chamou de “acordão de cúpula” destinado a abafar as investigações em curso contra a corrupção.

Ele reconheceu a dimensão das manifestações de domingo contra o governo do PT, mas pediu compreensão mais profunda do significado dos protestos. Lindbergh salientou que a elevada rejeição atinge a todos os políticos e líderes da oposição, como o senador Aécio Neves e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que chegaram a ser hostilizados nas ruas.

Na avaliação de Lindbergh Farias, a demanda pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff é uma tese que não se sustenta por falta de argumentos jurídicos. Ele acrescentou que setores do Congresso estariam se aproveitando da mobilização legítima do povo para criar um grande acordo para estabelecer um novo governo, interromper as investigações da Operação Lava Jato e promover o que chamou de “programa para o golpe”.

Ele citou diretamente o programa “Ponte para o Futuro”, apresentado dentro do PMDB, opinando que nenhum presidente se elegeria com propostas que retiram direitos do trabalhador com o objetivo de acalmar os mercados.

— Eu quero chamar a atenção do povo brasileiro, em especial dos mais pobres, dos trabalhadores, para entenderem qual a causa de todo esse movimento. Eu não tenho dúvidas em afirmar que esse movimento tem como objetivo claro a retirada de direitos conquistados no último período — afirmou.

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