Lindbergh sobre Fachin: armou contra Lula

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que há maioria na segunda turma do STF para revogar prisão após segunda instância e denunciou "todo tipo de armação, para impedir que o Supremo decida, comandados pela Rede Globo"

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que há maioria na segunda turma do STF para revogar prisão após segunda instância e denunciou "todo tipo de armação, para impedir que o Supremo decida, comandados pela Rede Globo"
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que há maioria na segunda turma do STF para revogar prisão após segunda instância e denunciou "todo tipo de armação, para impedir que o Supremo decida, comandados pela Rede Globo" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou a manobra do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, que decidiu não colocar em pauta o julgamento de um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba (PR). A defesa pedia que ele ficasse em liberdade até o esgotamento dos recursos na terceira instância jurídica.

Após o STF mandar soltar o ex-ministro José Dirceu, o parlamentar disse que Dirceu "foi condenado em segunda instância, mas pode ser absolvido ou ter pena diminuída nas instâncias superiores". "Decisão importante, correta. E o Lula? A situação de Dirceu não é diferente de Lula, que vai ter recursos em tribunais superiores", disse o parlamentar, nesta terça-feira (26) em discurso na tribuna do Senado.

Segundo o congressista, há maioria na segunda turma do STF para revogar prisão após segunda instância. Lindbegrh denunciou "todo tipo de armação, para impedir que o Supremo decida, comandados pela Rede Globo". "O que está por trás de todo esse processo é a entrega da nossa riqueza, da nossa soberania", acrescentou.

Fachin tomou sua decisão sobre o arquivamento do recurso da defesa de Lula após a vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF 4), desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrère, rejeitar pedido para que a condenação de Lula fosse analisado pela Corte. Segundo o ministro, o resultado do julgamento do pedido de admissibilidade do recurso pelo TRF-4, sediado em Porto Alegre (RS), impede o julgamento no STF.

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