Maia teria pressionado Meirelles por acordo que beneficia o Rio

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, após a viagem de Michel Temer à China, ocupa o cargo de presidente da República, de forma interina, tem pressionado o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que o chamado "acordo do Rio", ou seja, o acordo de refinanciamento das dívidas do estado com a União, fique pronto a tempo de ser assinado enquanto o democrata estiver no comando do Palácio do Planalto; o objetivo de Maia seria se cacifar para a eleição de 2018, seja como candidato ao governo do Rio, ao Senado, ou à reeleição para a Câmara

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, após a viagem de Michel Temer à China, ocupa o cargo de presidente da República, de forma interina, tem pressionado o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que o chamado "acordo do Rio", ou seja, o acordo de refinanciamento das dívidas do estado com a União, fique pronto a tempo de ser assinado enquanto o democrata estiver no comando do Palácio do Planalto; o objetivo de Maia seria se cacifar para a eleição de 2018, seja como candidato ao governo do Rio, ao Senado, ou à reeleição para a Câmara
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, após a viagem de Michel Temer à China, ocupa o cargo de presidente da República, de forma interina, tem pressionado o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que o chamado "acordo do Rio", ou seja, o acordo de refinanciamento das dívidas do estado com a União, fique pronto a tempo de ser assinado enquanto o democrata estiver no comando do Palácio do Planalto; o objetivo de Maia seria se cacifar para a eleição de 2018, seja como candidato ao governo do Rio, ao Senado, ou à reeleição para a Câmara (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que, após a viagem de Michel Temer à China, ocupa o cargo de presidente da República, de forma interina, tem pressionado o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para que o chamado "acordo do Rio", ou seja, o acordo de refinanciamento das dívidas do estado com a União, fique pronto a tempo de ser assinado enquanto o democrata estiver no comando do Palácio do Planalto. 

A informação foi publicada pela coluna de Lauro Jardim. O objetivo de Maia seria se cacifar para a eleição de 2018, seja como candidato ao governo do Rio, ao Senado, ou à reeleição para a Câmara.

Com a viagem de Temer à China, onde ficará 10 dias, e a ida de Maia para o Palácio do Planalto, quem a presidência da Câmara é o segundo vice-presidente da Câmara, deputado André Fufuca (PP-MA). A Casa deveria ser comandada pelo deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), mas o parlamentar embarcou para o país asiático.

 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247