Manifestantes protestam na Avenida Atlântica no Rio

A orla de Copacabana, na zona sul do Rio, está tomada de manifestantes de diferentes movimentos e com diferentes bandeiras neste domingo; manifestantes marcham por uma das pistas da Avenida Atlântica; embora os três carros de som peçam impeachment da presidente Dilma Rousseff e saída do PT do poder, muitos grupos aproveitam o evento para fazer outras reivindicações; o advogado Eduardo Lima, que é contra o impeachment, segurava um cartaz pedindo reforma política; "A única solução é uma nova Constituição que inclui como crime hediondo a corrupção. Tirar a Dilma não adianta"

A orla de Copacabana, na zona sul do Rio, está tomada de manifestantes de diferentes movimentos e com diferentes bandeiras neste domingo; manifestantes marcham por uma das pistas da Avenida Atlântica; embora os três carros de som peçam impeachment da presidente Dilma Rousseff e saída do PT do poder, muitos grupos aproveitam o evento para fazer outras reivindicações; o advogado Eduardo Lima, que é contra o impeachment, segurava um cartaz pedindo reforma política; "A única solução é uma nova Constituição que inclui como crime hediondo a corrupção. Tirar a Dilma não adianta"
A orla de Copacabana, na zona sul do Rio, está tomada de manifestantes de diferentes movimentos e com diferentes bandeiras neste domingo; manifestantes marcham por uma das pistas da Avenida Atlântica; embora os três carros de som peçam impeachment da presidente Dilma Rousseff e saída do PT do poder, muitos grupos aproveitam o evento para fazer outras reivindicações; o advogado Eduardo Lima, que é contra o impeachment, segurava um cartaz pedindo reforma política; "A única solução é uma nova Constituição que inclui como crime hediondo a corrupção. Tirar a Dilma não adianta" (Foto: Romulo Faro)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil

A orla de Copacabana, na zona sul do Rio, está tomada de manifestantes de diferentes movimentos e com diferentes bandeiras neste domingo (12). Manifestantes marcham neste momento por uma das pistas da Avenida Atlântica. Embora os três carros de som peçam impeachment da presidenta Dilma Rousseff e saída do PT do poder, muitos grupos aproveitam o evento para fazer outras reivindicações.

O advogado Eduardo Lima que é contra o impeachment e segurava um cartaz pedindo reforma política. "A única solução é uma nova Constituição que inclui como crime hediondo a corrupção. Tirar a Dilma não adianta, não vai evitar outros casos de corrupção", disse ele, que em seguida criticou o grupo ao lado que defendia a intervenção militar. "Como podem defender a ditadura, deveriam ir para um spa ou se tratar".

O pastor Sidclei Barbalho, 42 anos, defende a intervenção, que segundo ele, não tem nada a ver com ditadura. "Os três Poderes estão corrompidos e a Constituição prevê que neste caso haja intervenção. Os militares intervém por três meses, que pode ser prorrogável por mais um ano, fazem uma auditoria, quem tiver devendo algo é preso e depois são convocadas novas eleições, normal", declarou ele ao garantir que hoje no mundo não existe mais ditadura.

Um pouco mais afastado, um grupo com dezenas de profissionais de educação física protestava contra o Artigo 31 da Resolução Federal de 2010 que autoriza professores primários a darem aulas de educação física. Um dos líderes do movimento, José Paulo Neves, disse que o objetivo do grupo é alertar à população sobre os malefícios dessa legislação. "Nossa luta é garantir o acesso da criança à educação física de qualidade e evitar as demissões e precarização da profissão, pois estão baixando salários.

Aproveitamos para mostrar à sociedade a importância desses profissionais nas escolas. Pois daqui a um tempo vamos perder o ensino médio também", disse.

Um homem com uma bandeira vermelha e megafone defendendo o governo foi hostilizado, empurrado e precisou ser escoltado por dezenas de policiais até uma viatura.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo APOIA.se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247