Marília sobre a greve: é preciso denunciar o golpe e a farsa contra Lula

"Hoje é dia de luta, de ir às ruas contra os retrocessos. Dia de denunciar a farsa a jato, o golpe contra a democracia, a armadilha contra Lula e todo o desmonte que este desgoverno tenta fazer. Dia de honrar nosso passado e defender o futuro", afirmou a deputada Marília Arraes (PT-PE)

247 - No dia de uma greve geral (14), a deputada federal Marília Arraes (PT-PE) alertou para a necessidade de mobilização contra o governo do presidente Jair Bolsonaro.

"Hoje é dia de luta, de ir às ruas contra os retrocessos. Dia de denunciar a farsa a jato, o golpe contra a democracia, a armadilha contra Lula e todo o desmonte que este desgoverno tenta fazer. Dia de honrar nosso passado e defender o futuro", disse a parlamentar no Twitter.

A greve atinge todos os estados brasileiros. Manifestantes vão às ruas do País contra a proposta de reforma da Previdência do governo. Uma das principais críticas é sobre o regime de capitalização, em que o trabalhador fez uma espécie de poupança e abrir uma conta individual para depositar um percentual do salário todos os meses com o objetivo de bancar seus benefícios no futuro.

Outro ponto que gera polêmica é sobre o tempo de contribuição. Pela proposta, as mulheres poderão se aposentar a partir dos 62 anos e os homens a partir dos 65 anos. Todos os beneficiários terão de contribuir por pelo menos 20 anos. Receberão 100% da média das contribuições aqueles que contribuírem por quase 40 anos.

Atualmente, existem duas formas de se aposentar no Brasil. Uma por idade, com a exigência de ter 65 anos (homens) e 60 anos (mulheres), com no mínimo 15 anos de contribuição. A outra é por tempo de contribuição, quando não se exige idade mínima. Neste caso são necessários 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres) de pagamentos ao INSS.

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