Marqueteiro pagava mesada a irmão e assessores de Cabral

Em delação premiada, o marqueteiro Renato Pereira, que foi responsável por várias campanhas eleitorais do PMDB-RJ nos últimos anos, disse que pagou mesada a pelo menos 11 pessoas, por ordem do ex-governador Sérgio Cabral; segundo ele, receberam mesada Maurício Cabral, irmão do ex-governador, além de fundador de bloco de carnaval, produtora de filme, piloto do helicóptero, entre outras pessoas

Em delação premiada, o marqueteiro Renato Pereira, que foi responsável por várias campanhas eleitorais do PMDB-RJ nos últimos anos, disse que pagou mesada a pelo menos 11 pessoas, por ordem do ex-governador Sérgio Cabral; segundo ele, receberam mesada Maurício Cabral, irmão do ex-governador, além de fundador de bloco de carnaval, produtora de filme, piloto do helicóptero, entre outras pessoas
Em delação premiada, o marqueteiro Renato Pereira, que foi responsável por várias campanhas eleitorais do PMDB-RJ nos últimos anos, disse que pagou mesada a pelo menos 11 pessoas, por ordem do ex-governador Sérgio Cabral; segundo ele, receberam mesada Maurício Cabral, irmão do ex-governador, além de fundador de bloco de carnaval, produtora de filme, piloto do helicóptero, entre outras pessoas (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - Em delação premiada, o marqueteiro Renato Pereira, que foi responsável por várias campanhas eleitorais do PMDB-RJ nos últimos anos, disse que pagou mesada a pelo menos 11 pessoas a mando do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral.

O irmão do ex-governador, Maurício Cabral, foi um dos que receberam mesada, segundo o delator. Ele teria recebido R$ 30 mil por mês, em espécie, entre 2007 e 2008. 

De acordo com o delator, entre 2007 e 2008, o então secretário de governo estadual, Wilson Carlos, afirmou que havia a necessidade de abastecer o caixa paralelo do executivo, apelidado por Wilson de "Movimento Social".

Pereira informou que foi definida a quantia entre R$ 1 milhão e R$ 1,2 milhão por ano, paga em espécie e entregue por ele a Carlos Miranda, apontado pelas investigações do Ministério Público Federal como operador financeiro do ex-governador.

Outro nome é o do então subsecretário de Comunicação do Governo do Rio, Ricardo Cota. O delator disse que, entre 2007 e 2008, Wilson Carlos pediu que ele procurasse Cota, para acertar o pagamento de um complemento ao salário dele e que repassou pessoalmente a ex-subsecretário R$ 30 mil mensais, em espécie, entregue ou na Prole, empresa do delator, ou na secretaria de Comunicação do Governo. As informações são do Bom Dia Rio.

As defesas de Wilson Carlos e Carlos Miranda afirmaram que vão se manifestar apenas no processo. 

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