Mercado em SP 'cobra' entrada de R$ 5 mil de cliente sem máscara

Um empresário do interior de São Paulo usou a criatividade para alertar seus clientes sobre medidas de proteção contra a Covid-19. Foi colocada em frente à porta de entrada do local uma placa dizendo: "Bem-vindo: Entrada com máscara R$ 0, sem máscara R$ 5 mil"

Placa na entrada do mercado; Votorantim conta com duas barreiras sanitárias para orientar moradores
Placa na entrada do mercado; Votorantim conta com duas barreiras sanitárias para orientar moradores (Foto: Arquivo Pessoal | Divulgação/Prefeitura de Votorantim)
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247 - Um empresário de Votorantim, no interior de São Paulo, usou a criatividade para pedir que seus clientes entrem no estabelecimento somente quando estiverem usando máscara facial. Foi coloca em frente à porta de entrada do local uma placa dizendo: "Bem vindo: Entrada com máscara R$ 0, sem máscara R$ 5 mil". De acordo com o sócio-proprietário do estabelecimento, Paulo Kiynori Nagae da Silva, o objetivo da placa é conscientizar as pessoas sobre a obrigatoriedade do uso do equipamento de proteção pessoal durante a pandemia do coronavírus. 

"Estava meio difícil convencer o pessoal aqui da região a vir com máscara e ontem depois do decreto estadual vimos o valor da multa e pensamos em como 'educar' a vinda das pessoas no mercado e mostrar o preço que isso pode custa ao comerciante. Mas decidimos fazer isso de forma bem-humorada para chamar a atenção das pessoas", disse Nagae. O relato foi publicado no portal Uol.

Na segunda-feira (29), o governador de São Paulo, João Dória, anunciou que estabelecimentos comerciais pagarão multa de R$ 5 mil por cliente que for flagrado sem máscara no local.

O empresário reforçou que se trata de uma brincadeira, pois o valor não está sendo cobrado de verdade. Quem chega ao Mini Mercado Nagae sem o item ganha uma máscara de pano e é orientado a colocá-la ainda do lado de fora. 

"Desde que o uso de máscara se tornou obrigatório compramos 2 mil para entregar aos moradores e também para aqueles que muitas vezes não têm condições de comprar", acrescentou.

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