Motorista que atropelou 18 em Copacabana diz ter sofrido um 'apagão' no carro

O motorista que invadiu o calçadão em Copacabana na noite desta quinta-feira (18), matando um bebê e ferindo outras 17 pessoas, contou em depoimento ao delegado Gabriel Ferrando, da 12a DP, em Copacabana, que o ataque epilético sofrido por ele causou um apagão; o motorista diz sofrer da doença desde os 12 anos e não lembra de ter omitido a doença ao Detran

O motorista que invadiu o calçadão em Copacabana na noite desta quinta-feira (18), matando um bebê e ferindo outras 17 pessoas, contou em depoimento ao delegado Gabriel Ferrando, da 12a DP, em Copacabana, que o ataque epilético sofrido por ele causou um apagão; o motorista diz sofrer da doença desde os 12 anos e não lembra de ter omitido a doença ao Detran
O motorista que invadiu o calçadão em Copacabana na noite desta quinta-feira (18), matando um bebê e ferindo outras 17 pessoas, contou em depoimento ao delegado Gabriel Ferrando, da 12a DP, em Copacabana, que o ataque epilético sofrido por ele causou um apagão; o motorista diz sofrer da doença desde os 12 anos e não lembra de ter omitido a doença ao Detran (Foto: Charles Nisz)

Rio 247 - O motorista Antonio Almeida de Anaquim, de 41 anos, que invadiu o calçadão de Copacabana na noite desta quinta-feira (18) e matou a bebê Maria Louise de Azevedo Araújo e feriu outras 17 pessoas, contou em depoimento ao delegado Gabriel Ferrando, da 12a Delegacia, que teve uma disritimia após o ataque epilético, o que causou um apagão.

O motorista contou ainda que sofre da doença desde os 12 anos de idade. Anaquim afirma não lembrar de ter omitido omitiu a doença neurológica durante o último exame de validação médica no Detran-RJ. Para o delegado a omissão não muda a tipificação do crime, de culposo para doloso, quando há a intenção de matar. No entanto, pode prejudicá-lo futuramente.

A mulher que acompanhava Anaquim é uma amiga que ele reencontrou na véspera do acidente. No depoimento, o motorista contou que eles estavam indo a um restaurante quando aconteceu o atropelamento. A mulher ainda não teve a identidade divulgada mas confirmou aos policiais, durante os esclarecimentos, o apagão sofrido pelo motorista.

Segundo os exames preliminares, ele não havia ingerido bebida alcoólica ou drogas, mas o delegado solicitou exames de sangue e urina. Os resultados devem ficar prontos ainda nesta sexta (19). Anaquim segue na delegacia, a fim de prestar novos esclarecimentos.

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