MP vai investigar contratação de jatinho por Pezão

O Ministério Público Estadual no Rio de Janeiro instaurou inquérito para investigar a licitação de um serviço de táxi aéreo para o governador do estado, Luiz Fernando Pezão, ao custo de R$ 2,5 milhões; a iniciativa repercutiu mal entre políticos, servidores públicos e diversos representantes da sociedade civil; para o deputado Wadih Damous (PT-RJ), "é um acinte e um desrespeito com o povo do Rio de Janeiro"

Servidores em protesto no Rio, Luiz Pezão
Servidores em protesto no Rio, Luiz Pezão (Foto: Charles Nisz)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Rio 247 - A subprocuradoria-geral de Justiça de assuntos cíveis e institucionais do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou procedimento para apurar edital de contratação de um jato executivo para o governador Luiz Fernando Pezão. O intuito da investigação é apurar se a contratação respeita os princípios da economicidade e da razoabilidade.

A notícia de que Pezão resolveu contratar uma empresa de táxi aéreo para "serviço de excelência ao Chefe do Poder Executivo" ao custo de até R$ 2,518 milhões repercutiu mal entre políticos, servidores e representantes da sociedade. A ideia surge em momento de crise no Rio de Janeiro, com salários de servidores estaduais atrasados, hospitais em colapso e universidades em déficit e sem aulas causou revolta.

Para o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), a licitação é um acinte e um abuso. "Pezão mostra que tem medo de ser hostilizado nos aeroportos. É mais um ato de desrespeito ao povo do Rio.”

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Cortes 247

Apoie o 247

WhatsApp Facebook Twitter Email