MPF: prisão de ex-assessor de Cabral foi para evitar riscos às investigações

Prisão do ex-chefe da Casa Civil do governo de Sérgio Cabral, Régis Fichtner, teve como base, segundo o Ministério Público Federal (MPF), evidências de que o ex-assessor já havia tentado impedir investigações que o implicavam como diretamente envolvido em casos de corrupção no governo do Rio de Janeiro; Também pesou para o MPF, o fato de Fichtner ocupar o cargo de procurador assessor no gabinete do Procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, o que o coloca dentro da administração pública mesmo enquanto é investigado, o que poderia lhe dar acesso a dados e informações sobre o andamento do inquérito; Fichtner foi preso nesta quinta-feira (23) por agentes federais

Prisão do ex-chefe da Casa Civil do governo de Sérgio Cabral, Régis Fichtner, teve como base, segundo o Ministério Público Federal (MPF), evidências de que o ex-assessor já havia tentado impedir investigações que o implicavam como diretamente envolvido em casos de corrupção no governo do Rio de Janeiro; Também pesou para o MPF, o fato de Fichtner ocupar o cargo de procurador assessor no gabinete do Procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, o que o coloca dentro da administração pública mesmo enquanto é investigado, o que poderia lhe dar acesso a dados e informações sobre o andamento do inquérito; Fichtner foi preso nesta quinta-feira (23) por agentes federais
Prisão do ex-chefe da Casa Civil do governo de Sérgio Cabral, Régis Fichtner, teve como base, segundo o Ministério Público Federal (MPF), evidências de que o ex-assessor já havia tentado impedir investigações que o implicavam como diretamente envolvido em casos de corrupção no governo do Rio de Janeiro; Também pesou para o MPF, o fato de Fichtner ocupar o cargo de procurador assessor no gabinete do Procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, o que o coloca dentro da administração pública mesmo enquanto é investigado, o que poderia lhe dar acesso a dados e informações sobre o andamento do inquérito; Fichtner foi preso nesta quinta-feira (23) por agentes federais (Foto: Paulo Emílio)
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Rio 247 - A prisão do ex-chefe da Casa Civil do governo de Sérgio Cabral, Régis Fichtner, teve como base, segundo o Ministério Público Federal (MPF), evidências de que o ex-assessor já havia tentado impedir investigações que o implicavam como diretamente envolvido em casos de corrupção no governo do Rio de Janeiro. Fichtner foi preso nesta quinta-feira (23) por agentes federais.

"Aliás, segundo o MPF demonstra, REGIS já realizou alguns movimentos suspeitos que demonstram a tentativa de impedir as investigações a seu respeito, como o encerramento de conta de email usualmente visto nas mensagens trocadas entre os integrantes das organizações criminosas", diz o trecho do documento que fundamentou o pedido de prisão.

Também pesou para o MPF, o fato de Fichtner ocupar o cargo de procurador assessor no gabinete do Procurador-geral do Estado do Rio de Janeiro, o que o coloca dentro da administração pública mesmo enquanto é investigado, o que poderia lhe dar acesso a dados e informações sobre o andamento do inquérito.

 

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