​MST-MG denuncia prosseguimento de despejo e prisão do Pastor Otelino

Movimento Sem Terra de Minas Gerais (MST-MG) denunciou a continuidade de despejo ilegal no Acampamento Quilombo Campo Grande e a prisão do Pastor Otelino, que aconteceu na segunda-feira, após o assestado tentar oficializar uma queixa da ilegalidade da ação do estado com um Boletim de Ocorrência

MST distribuíram mais de 1 tonelada de alimentos em cestas básicas 15 de agosto de 2020
MST distribuíram mais de 1 tonelada de alimentos em cestas básicas 15 de agosto de 2020 (Foto: MST)
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247 - O Movimento Sem Terra de Minas Gerais (MST-MG), mais uma vez, denunciou o prosseguimento de despejo ilegal no Acampamento Quilombo Campo Grande. A Polícia Militar (PM) também prendeu na segunda-feira (24) o Pastor Otelino, que buscava oficializar uma queixa da ilegalidade da ação do estado com um Boletim de Ocorrência (BO).  

Assentando, Otelino é agricultor orgânico certificado e integrante da cooperativa CAMPONESA, que atua na luta pela terra há pelo ao menos 15 anos. 

O MST já apresentou outra denúncia, contra o despejo de área que excede a determinação da liminar judicial e contra a destruição de casas e lavouras de 14 famílias. As ações do PM e do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, continuam contra as famílias do Acampamento Quilombo Campo Grande mesmo após 56 horas de tensão.

“Alertamos todas e todos sobre os desdobramentos desse processo. A luta continua e precisamos estar atentas e fortes para seguir denunciando as violências e ilegalidades cometidas contra os povos do campo. Despejo zero”, diz comunicado do MST.

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