Mulher é presa por participar de suspeita de estupro de criança no Rio

Policiais civis prenderam mais uma suspeita de participar do estupro de uma criança de dois anos de idade, no Rio; até agora, três pessoas já foram presas pela polícia, entre elas, o coronel reformado da Polícia Militar, Pedro Chavarry, que foi flagrado dentro do carro com a menina nua; a mulher detida, na favela Uga-Uga, em Ramos, na zona norte da cidade, foi a primeira a chegar na cena do crime e teria dito aos policiais que flagraram o crime, que o pai da vítima estava morto e a mãe, na cadeia

Policiais civis prenderam mais uma suspeita de participar do estupro de uma criança de dois anos de idade, no Rio; até agora, três pessoas já foram presas pela polícia, entre elas, o coronel reformado da Polícia Militar, Pedro Chavarry, que foi flagrado dentro do carro com a menina nua; a mulher detida, na favela Uga-Uga, em Ramos, na zona norte da cidade, foi a primeira a chegar na cena do crime e teria dito aos policiais que flagraram o crime, que o pai da vítima estava morto e a mãe, na cadeia
Policiais civis prenderam mais uma suspeita de participar do estupro de uma criança de dois anos de idade, no Rio; até agora, três pessoas já foram presas pela polícia, entre elas, o coronel reformado da Polícia Militar, Pedro Chavarry, que foi flagrado dentro do carro com a menina nua; a mulher detida, na favela Uga-Uga, em Ramos, na zona norte da cidade, foi a primeira a chegar na cena do crime e teria dito aos policiais que flagraram o crime, que o pai da vítima estava morto e a mãe, na cadeia (Foto: Leonardo Lucena)

Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Policiais civis prenderam nesta segunda-feira (19) mais uma suspeita de participar do estupro de uma criança de dois anos de idade, no Rio de Janeiro. Até agora, três pessoas já foram presas pela polícia, entre elas, o coronel reformado da Polícia Militar, Pedro Chavarry, que foi flagrado dentro do carro com a menina nua.

A mulher detida hoje, na favela Uga-Uga, em Ramos, na zona norte da cidade, foi a primeira a chegar na cena do crime e teria dito aos policiais que flagraram o crime, que o pai da vítima estava morto e a mãe, na cadeia. Segundo a Polícia Civil, a mulher teria dado informações falsas para ludibriar os policiais militares.

Contra ela, foi expedido um mandado de prisão temporária de 30 dias. Ela é irmã da suspeita de ter levado a criança até o coronel, que também está presa. O caso está sendo investigado pela Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV).

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