Mulher presa após comprar croissant para suspeito de matar soldado em SP ganha direito à prisão domiciliar
A polícia encontrou o recibo da compra feita pela investigada, questionada por policiais, que identificaram outros suspeitos de crimes
247 - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) atendeu a um pedido feito pela Defensoria Pública do estado de São Paulo e decidiu que a mulher identificada por investigadores como responsável pela compra de um salgado conhecido como croissant para um suspeito de crimes vai ganhar prisão domiciliar. A decisão aconteceu em um contexto de investigação sobre a morte do soldado da Rota Patrick Bastos Reis, na quinta-feira (27) da semana passada, no município de Guarujá (SP).
A polícia encontrou o recibo da compra feita pela mulher. Investigadores acessaram as imagens do local, encontraram ela e depois identificou outros suspeitos de crimes. Policiais fizeram operações após a morte do soldado. Ao menos 16 pessoas foram mortas desde a última sexta-feira (5) na Baixada Santista. Um dos presos foi Erickson David da Silva, de 28 anos, conhecido como o "sniper do tráfico", suspeito de ter feito o disparo que matou o soldado Patrick.
A Defensoria alegou que a mulher é mãe de uma criança de 6 anos de idade e não tem antecedentes criminais. Também argumentou que o crime do qual ela é suspeita não envolve violência ou grave ameaça.