Não há data para Ciclovia Tim Maia ser reaberta

A Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, não tem previsão para ser reaberta, após um trecho de 26 metros desabar, deixando duas pessoas mortas; o Corpo de Bombeiros faz buscas por possíveis outras vítimas por 48 horas, mas a área continua sendo monitorada; o comandante das Atividades de Salvamento Marítimo, coronel Marcelo Pinheiro, orienta a população para que, em caso de falta de qualquer pessoa possível vítima do acidente, acione imediatamente a corporação; a ciclovia, que é suspensa e junto ao mar, teve um pedaço de mais de 50 metros arrancado pela água

A Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, não tem previsão para ser reaberta, após um trecho de 26 metros desabar, deixando duas pessoas mortas; o Corpo de Bombeiros faz buscas por possíveis outras vítimas por 48 horas, mas a área continua sendo monitorada; o comandante das Atividades de Salvamento Marítimo, coronel Marcelo Pinheiro, orienta a população para que, em caso de falta de qualquer pessoa possível vítima do acidente, acione imediatamente a corporação; a ciclovia, que é suspensa e junto ao mar, teve um pedaço de mais de 50 metros arrancado pela água
A Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, não tem previsão para ser reaberta, após um trecho de 26 metros desabar, deixando duas pessoas mortas; o Corpo de Bombeiros faz buscas por possíveis outras vítimas por 48 horas, mas a área continua sendo monitorada; o comandante das Atividades de Salvamento Marítimo, coronel Marcelo Pinheiro, orienta a população para que, em caso de falta de qualquer pessoa possível vítima do acidente, acione imediatamente a corporação; a ciclovia, que é suspensa e junto ao mar, teve um pedaço de mais de 50 metros arrancado pela água (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - A Ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, não tem previsão para ser reaberta, após um trecho de 26 metros desabar, na quinta-feira (21), deixando duas pessoas mortas. O Corpo de Bombeiros faz buscas por possíveis outras vítimas por 48 horas, mas a área continua sendo monitorada. A ciclovia, que é suspensa e junto ao mar, teve um pedaço de mais de 50 metros arrancado pela água.

Nesse domingo (24) a corporação diminuiu o efetivo para duas equipes - uma no Posto 13 e outra em frente ao acidente, no Morro do Vidigal. Um carro da corporação faz rondas na praia de São Conrado. As buscas no mar foram suspensas. O comandante das Atividades de Salvamento Marítimo, coronel Marcelo Pinheiro, orienta a população para que, em caso de falta de qualquer pessoa possível vítima do acidente, acione imediatamente a corporação.

"A operação do Corpo de Bombeiros hoje está funcionando da seguinte forma: dois postos de observação e informação. Um no Posto 13, em São Conrado, e outro no Vidigal, próximo à passarela. O objetivo desses postos é manter contato com a população no local, colher informações, ter esse contato mais de perto com a população e dar mais informação para a imprensa e familiares caso a gente tenha novidades ou informações sobre o evento", disse ele, conforme relato do G1.

Segundo o major Henault, um dos coordenadores da operação, "os recursos utilizados na quinta, sexta e sábado eles continuam disponíveis para operação, porém são os mesmos utilizados na operação padrão, no uso ordinário na nossa orla. Então, além desses postos de observação, continua à disposição aeronaves, o jet-ski, a lancha e todo o efetivo do Gmar, principalmente na orla, caso seja necessário".

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, afirmou no sábado (23) que irá indenizar as famílias das vítimas da ciclovia. "Busquei contato com as famílias das vítimas, pessoas já conversaram com o cunhado e a viúva de uma das vítimas do acidente. Falei pessoalmente com o cunhado de uma das vítimas, mas ainda não consegui falar com a viúva. A prefeitura, dentro da sua possibilidade, vai buscar, de maneira adequada, como em outros casos em que teve responsabilidade sobre tragédias na cidade, ressarcir essas pessoas do ponto de vista material, embora nada repare a perda de uma vida", disse.

 

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