“Não vai ter censura”, gritam os presentes na Bienal em repúdio a Crivella

Agentes da prefeitura voltaram à Bienal do Rio após decisão do Tribunal de Justiça que favoreceu a ação de censura de Marcelo Crivella de recolher livros de conteúdo LGBT. Mas ao chegar ao local, os agentes foram recebidos pelos presentes ao gritos de "não vai ter censura"

247 - “Não vai ter censura”, gritavam os presentes na Bienal do Livro do Rio contra a ação de agentes da prefeitura que foram ao evento para buscar a apreender livros de conteúdo LGTB.

Os agentes retornaram à Bienal após decisão judicial que cassou a liminar que proibia o prefeito Marcello Crivella de recolher os livros. Os funcionários da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) voltaram acompanhados de representantes da Procuradoria Geral do Município e foram recebido pelos presentes com protestos.

Diante da reação dos populares, os agentes ficaram reunidos numa sala com a GL Events, administradora do Riocentro, e Mariana Zahar, vice presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).

Para tristeza de Crivella, sua censura gerou uma reação do público que em protesto esgotou os livros com temática LGBT+. Ainda assim, seguem as negociações para que a prefeitura não faça a fiscalização.

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