OAB-RJ vai discutir assassinato de Ágatha com procurador-geral de Justiça do Rio

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) vai levar um documento ao procurador-geral de Justiça do Estado, Eduardo Gussem, destacando o que entende como equívocos da política de segurança pública do governo Wilson Witzel (PSC)

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247 - A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) vai levar um documento ao procurador-geral de Justiça do Estado, Eduardo Gussem, destacando o que entende como equívocos da política de segurança pública do governo Wilson Witzel (PSC). 

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "a entidade reagiu de forma contundente à morte da menina Ágatha Félix, vítima de um tiro de fuzil durante uma ação policial no Complexo do Alemão na noite de sexta-feira."

Segundo Luciano Bandeira, presidente da OAB-RJ, "o que a OAB vai tratar e discutir com o Ministério Público são medidas concretas que levem a evitar uma política de extermínio de inocentes."

A matéria ainda informa que "em nota pública sobre o episódio, a OAB destacou o “recorde macabro” de 1.249 mortos pela polícia no Estado em oito meses até agosto. Também afirmou que a política de segurança pública sem planejamento de inteligência atenta contra a integridade da população e da própria polícia."

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