Operador e delator de Cabral e Pezão revela esquema com Arco Metropolitano

O Arco Metropolitano, uma obra feita para desafogar as rodovias que cortam a Região Metropolitana do Rio, também foi usada no esquema de propinas do governo Sérgio Cabral; revelação foi feita pelo delator Carlos Miranda, tido como operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral; Miranda também revelou o pagamento de mesada e bônus ao então vice-governador

O Arco Metropolitano, uma obra feita para desafogar as rodovias que cortam a Região Metropolitana do Rio, também foi usada no esquema de propinas do governo Sérgio Cabral; revelação foi feita pelo delator Carlos Miranda, tido como operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral; Miranda também revelou o pagamento de mesada e bônus ao então vice-governador
O Arco Metropolitano, uma obra feita para desafogar as rodovias que cortam a Região Metropolitana do Rio, também foi usada no esquema de propinas do governo Sérgio Cabral; revelação foi feita pelo delator Carlos Miranda, tido como operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral; Miranda também revelou o pagamento de mesada e bônus ao então vice-governador (Foto: Voney Malta)

Rio 247 – Carlos Miranda, amigo de infância de Sérgio Cabral e que se casou com uma prima do ex-governador, preso desde 2016 como personagem importante no esquema de corrupção no governo do Rio e que atuava como operador financeiro de Cabral, em seu acordo de delação premiada revelou ao MPF que o Arco Metropolitano também foi usado do esquema de desvios de recursos. Essa obra foi projetada pelo Estado para desafogar as rodovias que cortam a Região Metropolitana.

No esquema de propina Carlos Miranda diz que o então vice-governador Pezão recebia, apedido de Cabral e paga com dinheiro recolhido das empreiteiras, mesada de R$ 150 mil entre 2007 e 2014. E tem mais: Pezão recebeu dois bônus de R$ 1 milhão cada. O último envolve o Arco Metropolitano, uma das obras mais caras do governo estadual na gestão de Sérgio Cabral: R$ 2 bilhões.

Pezão, hoje governador, disse em nota que "repudia com veemência essas mentiras”, chamou as acusações de absurdas e que nunca recebeu recursos ilícitos e que “já teve sua vida amplamente investigada pela Polícia Federal."

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