Oposição nega “sentimento comum” pela permanência de Pezão

Em 45 dias a análise feita pelo TCE-RJ das contas de 2016 do governo de Luiz Fernando Pezão (PMDB) será concluída, e a expectativa na Alerj é de que o governador pode perder o mandato, ao ser enquadrado na LRF; “É claro que o governo tenta falar de um sentimento comum na Casa (em prol do governador), mas dentro da oposição está claro que a situação não tem base política e nem legal para continuar. É um governo cada vez mais frágil”, afirmou o deputado Flavio Serafini (Psol)

Em 45 dias a análise feita pelo TCE-RJ das contas de 2016 do governo de Luiz Fernando Pezão (PMDB) será concluída, e a expectativa na Alerj é de que o governador pode perder o mandato, ao ser enquadrado na LRF; “É claro que o governo tenta falar de um sentimento comum na Casa (em prol do governador), mas dentro da oposição está claro que a situação não tem base política e nem legal para continuar. É um governo cada vez mais frágil”, afirmou o deputado Flavio Serafini (Psol)
Em 45 dias a análise feita pelo TCE-RJ das contas de 2016 do governo de Luiz Fernando Pezão (PMDB) será concluída, e a expectativa na Alerj é de que o governador pode perder o mandato, ao ser enquadrado na LRF; “É claro que o governo tenta falar de um sentimento comum na Casa (em prol do governador), mas dentro da oposição está claro que a situação não tem base política e nem legal para continuar. É um governo cada vez mais frágil”, afirmou o deputado Flavio Serafini (Psol) (Foto: Leonardo Lucena)

Jornal do Brasil - Em 45 dias a análise feita pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) das contas de 2016 do governo de Luiz Fernando Pezão (PMDB) será concluída, e a expectativa na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) é de que o governador pode perder o mandato, ao ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal.

“É claro que o governo tenta falar de um sentimento comum na Casa (em prol do governador), mas dentro da oposição está claro que a situação não tem base política e nem legal para continuar. É um governo cada vez mais frágil”, afirmou o deputado Flavio Serafini (Psol).

Além do não cumprimento do mínimo constitucional de 12% de gastos em saúde e o rombo da Previdência no estado, a “farra” das isenções fiscais teria sido um fator fundamental na crise das contas do Rio de Janeiro, sendo uma das justificativas para o pedido de impeachment contra Pezão protocolado pelo próprio Psol, em fevereiro.

“Se por um lado o governo acredita que pode segurar o pedido de impeachment politicamente, em algum momento as contas dele podem definir a questão”, afirmou Serafini, sobre a possível inevitabilidade da queda de Pezão caso a conselheira do TCE-RJ, Marianna Montebello Willemann, reprove as contas do governador. 

Willemann exerce interinamente a direção do órgão após a prisão do presidente Aloysio Neves e de outros quatro conselheiros na Operação Quinto do Ouro, por possíveis desvios para favorecer membros da corte durante a gestão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).

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