Paes pede ‘vergonha na cara’ ao governo do Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), disse neste sábado que já está "indignado" com o "chororô" do governo do Estado; ele reclamou do roubo de equipamentos de duas redes de TV alemãs, ontem (1º), e reagiu às declarações do secretário de Saúde do Estado de que hospitais podem fechar as portas; "Já está atrapalhando demais o Rio esse chororô. Agora está na hora de trabalhar. Confio no governador Dornelles e espero que ele coloque o secretariado para arregaçar as mangas e pare de tanto blá-blá-blá. É muita reclamação o dia inteiro. Assumam as responsabilidades, os recursos estão disponibilizados, o presidente Michel Temer ajudou, deveriam estar agradecendo, lambendo os beiços, e tocando a vida", disse Paes

Rio de Janeiro - Coletiva de imprensa com o prefeito Eduardo Paes, para falar sobre o vazamento da conversa entre ele e o ex-presidente Lula (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - Coletiva de imprensa com o prefeito Eduardo Paes, para falar sobre o vazamento da conversa entre ele e o ex-presidente Lula (Tânia Rêgo/Agência Brasil) (Foto: Romulo Faro)

Rio 247 - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), disse neste sábado que já está "indignado" com o "chororô" do governo do Estado. O peemedebista reclamou neste sábado do roubo de equipamentos de duas redes de TV alemãs, ontem (1º), e com declarações do secretário de Saúde do Estado.

"Já está atrapalhando demais o Rio esse chororô. Agora está na hora de trabalhar. Confio no governador Dornelles e espero que ele coloque o secretariado para arregaçar as mangas e pare de tanto blá-blá-blá. É muita reclamação o dia inteiro. Assumam as responsabilidades, os recursos estão disponibilizados, o presidente Michel Temer ajudou, deveriam estar agradecendo, lambendo os beiços, e tocando a vida", disse Paes.

Questionado sobre o impacto que o roubou pode ter sobre a imagem do Rio às vésperas das olimpíadas, o prefeito lembrou que a segurança pública é responsabilidade do Estado, e disse já fez todo o possível para ajudar o governo estadual.

"Está no limite, falta o mínimo de comando, não pode virar esse desmando no Rio. Não pode falar que é problema social porque problema social também tem em São Paulo e a gente não vê isso. Tem em Recife, em Belo Horizonte e a gente não vê isso. O que a gente espera das forças policiais do Estado é que elas cumpram suas obrigações."

O peemedebista lembra que o município assumiu dois hospitais estaduais e uma biblioteca e lançará na segunda-feira (4) o projeto de segurança Centro Presente, que prevê parceria com organizações privadas para aumentar o policiamento nas ruas da região central da cidade.

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