'País não precisa de impeachment', afirma Pezão

Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB) disse que já se foi um ano (2015) "onde a racionalidade não operou na Câmara Federal"; durante vistoria na estação de Metrô no Leblon, Zona Sul do Rio, ele disse a situação vivida no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello foi bem diferente da atual. "Uma pessoa séria com dificuldades de governabilidade, ela (Dilma) é uma pessoa acima de qualquer dúvida sobre sua vida. Pessoa muito séria"

Rio de Janeiro - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão fala com a imprensa durante sessão de abertura da conferência internacional UrbanTec Brasil 2015 (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão fala com a imprensa durante sessão de abertura da conferência internacional UrbanTec Brasil 2015 (Tânia Rêgo/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse, nesta quinta-feira (3), que a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff “não ajuda o país”. "O país não precisa disso. Já perdemos um ano. Um ano onde a racionalidade não operou na Câmara Federal. Passamos um ano sem o país crescer, pessoas perdendo o emprego", afirmou ele, durante uma vistoria a estação de Metrô no Leblon, Zona Sul do Rio. 

De acordo com o chefe do executivo fluminense, a situação vivida no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello foi bem diferente da atual. "Não dá pra comparar (com Collor). Muito diferentes. Uma pessoa séria com dificuldades de governabilidade, ela (Dilma) é uma pessoa acima de qualquer dúvida sobre sua vida. Pessoa muito séria", acrescentou.

A abertura do processo pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB), foi feita com base no pedido dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, que apresentaram documento em outubro alegando que Dilma descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal ao ter editado decretos liberando crédito extraordinário, em 2015, sem o aval do Congresso Nacional.

O peemedebista está prestes a ser cassado por suas contas secretas na Suíça. Ele também é acusado de prestar favores ao BTG, do banqueiro André Esteves, preso sob acusação de obstruir as investigações da Operação Lava Lava Jato.

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