Petroleiros fecham acesso ao Comperj por três horas

Em ato organizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), os trabalhadores da Petrobras fecharam, durante três horas, os acessos ao Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); petroleiros que estão em campanha salarial e defendem a retomada das obras do Comperj, com readmissão dos milhares de trabalhadores demitidos após a suspensão parcial das obras do polo

Em ato organizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), os trabalhadores da Petrobras fecharam, durante três horas, os acessos ao Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); petroleiros que estão em campanha salarial e defendem a retomada das obras do Comperj, com readmissão dos milhares de trabalhadores demitidos após a suspensão parcial das obras do polo
Em ato organizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), os trabalhadores da Petrobras fecharam, durante três horas, os acessos ao Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); petroleiros que estão em campanha salarial e defendem a retomada das obras do Comperj, com readmissão dos milhares de trabalhadores demitidos após a suspensão parcial das obras do polo (Foto: Leonardo Lucena)
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Nielmar de Oliveira Silva - Agência Brasil

Em ato organizado pelo Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), os trabalhadores da Petrobras fecharam, durante três horas na manhã de hoje (22), os acessos ao Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

A manifestação faz parte da mobilização dos petroleiros que estão em campanha salarial e defendem a retomada das obras do Comperj, com readmissão dos milhares de trabalhadores demitidos após a suspensão parcial das obras do polo. A categoria é contra o programa de desmobilização de ativos da companhia previsto no Plano de Negócios 2015/2019 elaborado pela direção da Petrobras.

Segundo Edson Munhoz, diretor do Sindipetro-RJ, de 4 mil a 5 mil petroleiros participaram da manifestação em Itaboraí, na baixada litorânea, onde está localizado o Comperj. "Fechamos a entrada do polo às 6h30, e os trabalhadores que ainda estão operando no Comperj desceram dos ônibus em apoio ao movimento, que, em nossa avaliação, foi bem-sucedido."

"Durante três horas, ninguém entrou para trabalhar. Nossa intenção é continuar com manifestações esporádicas e diárias nas várias bases da companhia no país, como forma de pressão para que a estatal avance na proposta de acordo coletivo da categoria e também como preparativo para uma greve geral dos petroleiros em todo o país, caso não haja acordo", disse Munhoz à Agência Brasil.

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