Pezão diz que o exército será mantido na Maré

Governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) informou que pretende solicitar junto ao governo federal a permanência das tropas das Forças Armadas no Complexo da Maré, por pelo menos mais um ano; os militares vêm discutindo o assunto ao longo dos últimos três meses; o Exército e a Marinha participam do processo de pacificação do Complexo da Maré desde abril deste ano

Governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) informou que pretende solicitar junto ao governo federal a permanência das tropas das Forças Armadas no Complexo da Maré, por pelo menos mais um ano; os militares vêm discutindo o assunto ao longo dos últimos três meses; o Exército e a Marinha participam do processo de pacificação do Complexo da Maré desde abril deste ano
Governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) informou que pretende solicitar junto ao governo federal a permanência das tropas das Forças Armadas no Complexo da Maré, por pelo menos mais um ano; os militares vêm discutindo o assunto ao longo dos últimos três meses; o Exército e a Marinha participam do processo de pacificação do Complexo da Maré desde abril deste ano (Foto: Leonardo Lucena)
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Jornal do Brasil - Na última quarta-feira (17), o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) informou que pretende solicitar junto ao governo federal a permanência das tropas das Forças Armadas no Complexo da Maré, por pelo menos mais um ano. Os militares vêm discutindo o assunto ao longo dos últimos três meses. 

O governador falou que vai formalizar o pedido em uma reunião que terá com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em Brasília, nesta quinta-feira (18). O Exército e a Marinha participam do processo de pacificação do Complexo da Maré desde abril deste ano.

Segundo o Ministério da Justiça, os militares não estão compartilhando da vontade de Pezão, e têm resistido a ideia de permanecerem no Complexo. A onda de violência contra militares é uma coisa que assusta, no último dia 28, um cabo do exército, Michel Mikami, morreu após um confronto com traficantes. Uma das reclamações dos militares é que até os dias de hoje não foi instalado um juizado especial na região.

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